sábado, 30 de novembro de 2013

Projeto "Quartas com Evangelho"

Caros amigos  e amigas, bom dia!

convidamos a todos, para participarem do nosso novo projeto "Quartas com evangelho",  uma reunião pública de estudo do evangelho segundo o espiritismo, visando possibilitar o debate, a participação e com certeza oportunas reflexões.

Na próxima quarta começamos o primeiro capitulo do evangelho:
04/12/2013 I – Objetivo desta Obra
11/12/2013 II – Autoridade da Doutrina Espírita
18/12/2013 III – Notícias Históricas
25/12/2013 IV – Sócrates e Patão, Precursores da Doutrina Cristã e do Espiritismo

Resumo da Doutrina de Sócrates e Platão



um grande e forte abraço!

Leonardo Pereira

 

Depressão


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(Uma Abordagem Espirita)

A depressão tem a sua gênese no Espírito, que reencarna com alta dose de culpa, quando passando pelo processo da evolução sob fatores negativos que lhe assinalam a marcha e de que não se resolveu por liberar-se em definitivo. Com a consciência culpada, sofrendo os gravames que lhe dilaceram a alegria íntima, imprime nas células os elementos que as desconectam, propiciando, em largo prazo, o desencadeamento dessa psicose que domina uma centena de milhões de criaturas na atualidade.
Se desejarmos examinar as causas psicológicas, genéticas e orgânicas, bem estudadas pelas ciências que se encarregam de penetrar o problema, temos que levar em conta o Espirito imortal, gerador dos quadros emocionais e físicos de que necessita, para crescer na direção de Deus. A depressão instala-se, a pouco e pouco, porque as correntes psíquicas desconexas que a desencadeiam, desarticulam, vagarosamente, o equilíbrio mental.
Quando irrompe, exteriorizando-se, dominadora, suas raízes estão fixadas nos painéis da alma rebelde ou receosa de prosseguir nos compromissos redentores abraçados. Face as suas cáusticas manifestações, a terapia de emergência faz-se imprescindível, embora, os métodos acadêmicos vigentes, pura e simplesmente, não sejam suficientes para erradicá-la.
Permanecendo as ocorrências psicossociais, sócio-econômicas, psico-afetivas, que produzem a ansiedade, certamente se repetirão os distúrbios no comportamento do indivíduo conduzindo a novos estados depressivos.
Abre-te ao amor e combaterás as ocorrências depressivas, movimentando-te em paz na área da afetividade com o pensamento em Deus. Evita a hora vazia e resguarda-te da sofreguidão pelo excesso de trabalho. Adestra-te, mentalmente, na resignação diante do que te ocorra de desagradável e não possas mudar. Quando sitiado pela idéia depressiva alarga o campo de raciocínio e combate o pensamento pessimista. Açodado pelas reminiscências perniciosas, de contornos imprecisos, sobrepõe as aspirações da luta e age, vencendo o cansaço.
Quem se habilita na ação bem conduzida e dirige o raciocínio com equilíbrio, não tomba nas redes bem urdidas da depressão. Toda vez que uma idéia prejudicial intentar espraiar-se nas telas do pensamento obscurecendo-te a razão, recorre à prece e à polivalência de conceitos, impedindo-lhe a fixação.
Agradecendo a Deus a benção do renascimento na carne, conscientiza-te da sua utilidade e significação superior, combatendo os receios do passado espiritual, os mecanismos inconscientes de culpa, e produza com alegria.
Recebendo ou não tratamento especializado sob a orientação de algum facultativo, aprofunda a terapia espiritual e reage, compreendendo que todos os males que infelicitam o homem procedem do Espirito que ele é, no qual se encontram estruturadas as conquistas e as quedas, no largo mecanismo da evolução inevitável.
(Mensagem extraída da obra "Receitas de Paz")
Joanna de Ângelis/Divaldo Pereira Franco


Depressão na Visão Espírita!


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Dr. Jaider Rodrigues de Paula - Psiquiatra/ AMEMG

CONCEITO:

É um transtorno do humor, com baixa da atividade geral, levando ao sofrimento íntimo profundo, desesperança, falta de fé em Deus, em si próprio e na vida.

ETIOPATOGENIA:

A ciência médica ainda não tem, claramente, o conhecimento da origem da depressão. Fala-se em distúrbios dos neurotransmissores a nível do sistema nervoso central, de herança genética de pressão social, frustrações, perdas precoces importantes e outras mais; porém, embora todas as possibilidades acima sejam verdadeiras como desencadeadoras, não explicam porque alguns indivíduos, sofrendo as mesmas contingências, não desenvolvem um quadro depressivo. Todas as possibilidades acima são efeitos e não causas.
A causa da depressão vige na alma e não somente no corpo físico. O conflito do deprimido remonta a causas pretéritas, provavelmente longínquas, com repercussão no presente. O cerne da questão liga-se a não identificação do amor divino e da paternidade do Criador. Por isso a rebeldia tão comum no deprimido.
Revolta-se contra as leis, desdenha a própria vida, não concordando em ter sido criado, vai com facilidade ao suicídio (10 a 15% dos deprimidos se suicidará . Num ato de rebeldia extrema tentam devolver a própria vida ao Criador.
Adão e Eva não representam um simples mito, mas sim a dura trajetória da humanidade.
O deprimido apresenta duas características: - egoísmo e agressividade. Egoísmo por crer que sua dor é a maior do mundo e agressividade voltada principalmente contra si próprio. Não pensam que seus atos irão fazer sofrer os que vão ficar.
A essência da existência é o elo Criador-criatura, Pai-filho. A ruptura deste elo pelo deprimido suicida é extremamente sofrida, pois, talvez, repete o desligamento havido outrora, quando da separação Pai e filho. Por isso as perdas precoces falam alto ao coração do deprimido.
Entendemos que a primeira queda forma um clichê mental na vida do espírito, de modo que haveria uma tendência neurótica à repetição do mesmo erro durante as futuras reencarnações. Estão incitas no perispirito as matrizes da depressão. O corpo físico reflete o corpo espiritual. Se o reencarnante traz insculpido no seu psicossoma as matrizes da depressão , elas influenciarão ativamente na seleção genética dos elementos que poderão viabilizá-la na vida física, caso o interessado deseje. Doenças são efeitos e não causas. Assim podemos ,de maneira geral, dizer que a não identificação do Amor Divino e do Pai, leva à falta de fé, e esta à insegurança que desperta o egoísmo (como defesa). As excrescências do egoísmo são a vaidade, orgulho, inveja, revolta. E observando, vamos encontrar como ponto central da mente dos encarnados uma destas excrescências como núcleo motor da personalidade. Se for a rebeldia , a tendência pode ser a depressão. A taxa de prevalência é de 7 a 17 % e o gene participante é dominante e deve encontrar-se no cromossoma 11, embora haja uma tendência entre os geneticistas em aceitar como mais provável uma interação poligênica.

TRATAMENTO:

O tratamento deverá ser abrangente, holístico. Para efeito didático, diremos: - médico, psicológico, social e principalmente espiritual. O tratamento médico é imprescindível na fase crítica. O uso de antidepressivos é decisivo para restabelecer a fase aguda.
Sabe-se que alguns neurotransmissores estão envolvidos na depressão, tais como: noroadrenalina , serotonina , dopamina e outros. O uso dos antidepressivos estabelece a harmonia químico cerebral, melhorando o humor do paciente . Cuidam simplesmente do efeito, pois os medicamentos não curam a depressão; provavelmente restabelecem o trânsito das mensagens neuroniais, melhorando o funcionamento neuroquímico do SNC (sistema nervoso central).
A parte orgânica também tem que ser cuidada, em especial quando muito acometida. De maneira geral, melhorando o humor, todo o organismo tende a melhorar. Há que ter muito cuidado com os processos depressivos, porque várias afeções mórbidas costumam ganhar expressão no organismo após ou concomitantemente a uma depressão, pois o sistema imunológico é profundamente afetado por ela. O tratamento psicológico ganha importância pelo fato de auxiliar no auto-conhecimento, nas resoluções de conflitos e tomada de posição diante dos problemas.
A orientação social é necessária em especial naquela porcentagem de deprimidos (20%) que apresentam seqüelas profissionais após várias crises. Perdem empregos , família e consideração social, entrando num círculo vicioso agravante de seu problema. O tratamento espiritual é importantíssimo porque o " espírito é o fundamento da vida". Quando não valorizamos o tratamento espiritual, os resultados costumam ser precários, as recidivas constantes, com uma tendência ao envelhecimento precoce.
Sintetizando, diríamos que com a aquisição do livre-arbítrio, o ser adquiriu o sagrado direito da condução do seu destino. Para que isto ocorresse dentro do espírito de justiça que norteia o cosmos, ele não poderá ser influenciado pelo atavismo biológico e psicológico nas suas primeiras decisões . Não seria justo condenar a quem teve por contingências evolutivas , matar para viver, na cadeia predatória da vida.
O conhecimento não nos exime das tendências adquiridas nos processos evolutivos.
"Contra nossos anseios de luz, há milênios de trevas". Por isso, um dia alhures, quando da primeira opção consciente o espírito tinha que ser livre de qualquer influenciação pretérita, para que possamos falar de livre-arbítrio.
O grande percalço foi não ter identificado a paternidade Divina, o Amor de seu Pai. Porque uns identificaram e outros não, ainda não sabemos. Por isso a falta de fé está na raiz dos males da humanidade . Diz o evangelho que a fé é a mãe das virtudes, o caminho da redenção. "Que aquele que tem fé acredita mais em seu Criador que em si mesmo.
"Como dissemos anteriormente, a falta de fé levou a insegurança, esta despertou o egoísmo (como defesa) , esta suas excrescências: orgulho, inveja, vaidade. revolta, movido por um destes sentimentos o espírito em evolução na terra optou criando o carma em sua existência. Esta primeira opção criou um clichê mental que passou a influenciar suas futuras decisões. No deprimido encontramos uma revolta contra o seu Criador.
Como não pode destruí-lo, tenta destrui-se, destruindo-o em si. Sua crença é voltada para o negativo, é muito voltado para si e seus males (muito egoísta) . Seduz o mundo com sua dor. É pouco responsável em seus atos (embora pareça o contrario). E tem dificuldade no auto e eterno perdão. É perfeccionista por orgulho e vaidade. Tem convicção no fracasso. Apresenta extrema agressividade voltada para si. Vinga-se de Deus e dos que amam-no. (70% pensam no suicídio e de 10 a 15% cometem-no). Vive criando culpa por recapitularem o erro primeiro. É cheio de remorso por bagatelas - muitas doenças são originadas nele ou tem nele seu desenvolvimento acelerado.
O deprimido nega-se a viver, dissipa suas energias vitais em ruminações negativas. Os órgãos mais afetados são os pulmões e intestinos. No passado era comum os deprimidos românticos morrerem de tuberculose. Os pulmões captam os fluidos vitais solares e os intestinos absorvem os alimentos e excretam as escorias. O centro de força mais afetado é o umbilical por ser o centro das emoções.
A depressão é a tristeza deteriorada. O duplo etérico é gravemente acometido apresentando dificuldades em fazer circular as energias necessárias à vida.
A áurea é acizentada demonstrando uma existência sem vida. No tratamento temos que orientar para a respiração a longos haustos(exercícios respiratórios), melhorando a captação da vitalidade e dissolvendo as energias negativas.
Alimentação que estimule o bom funcionamento dos intestinos, tais como frutas, verduras, banhos de sol em horários convenientes, evitar alcóolicos, fumos e excessos de carne. Passes fluidicos nos centros de forças genésico, esplênico e gástrico. Fazer exercícios físicos como caminhadas, natação e outros salutares.
Exercitar a mente de maneira consciente para olhar o lado bom das pessoas e das cousas. Fazer meditação, relaxamento e pequenas tarefas em favor dos semelhantes (sair de si). Buscar melhor convivência familiar e no trabalho, desenvolvendo o sentimento de gratidão com as pessoas, com a vida, com o Criador. Cultivar a oração regularmente restabelecendo a comunhão com Deus, o hábito de leituras nobres, melhorando o padrão vibratório e estimulando o sentimento de esperança.
Não podemos esquecer das obsessões espirituais que têm nos deprimidos fértil terreno para o seu acentamento.
Finalizamos com o Senhor Jesus, o médico de nossas almas, quando nos convidou ao caminho de retorno ao seio do Pai com o: "Vinde a mim, todos que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo, e aprendei de Mim, que Sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o Meu jugo é suave e o Meu fardo é leve". (Mateus , 11:28 A 30)
Há outro aspecto muito interessante, abordado pelo Espírito François de Genève, no capítulo V, de "O Evangelho Segundo o Espiritismo":
"Sabeis porque, às vezes, uma vaga tristeza se apodera dos vossos corações e vos leva a considerar amarga a vida? É que o vosso Espírito, aspirando à felicidade e à liberdade, se esgota, jungido ao corpo que lhe serve de prisão, em vãos esforços para sair dele. Reconhecendo inúteis esses esforços, cai no desânimo e como o corpo lhe sofre a influência, toma-vos a lassidão, o abatimento, uma espécie de apatia e vos julgais infelizes.

Postado originalmente no http://www.nenossolar.com.br/index.php?option=com_content&view=article&catid=9%3Acomportamento-humano&id=163%3Adepressao-na-visao-espirita&Itemid=3


domingo, 11 de agosto de 2013

Recall dos Espíritas

 Texto de Marcelo Henrique *



Muitos de meus textos enquadram situações fáticas vivenciadas pelos espíritas, dentro do que se costuma chamar de “movimento espírita”. Nele, enquadro situações comportamentais, posturas e práticas de pessoas e instituições espiritistas, buscando associar as mesmas às orientações dadas por Kardec todas as vezes em que ele, após dialogar com os Espíritos e tomar ciência de informações por eles trazidas, disserta sobre a organização formal e atividades em geral, antevendo situações que poderiam ocorrer e estipulando como deveria ser o modo de agir de uns e outros. Em vários tópicos da Revista Espírita, por nós considerado o verdadeiro “laboratório experimental” do Codificador é possível tomar contato com oportunas instruções para o movimento espírita, tanto o da época de Kardec (meados do século XIX) como para os supervenientes.
Neste sentido, qualquer posicionamento crítico e sincero dos estudiosos e adeptos do Espiritismo, com foco nas organizações sociais (centros, associações e outras denominações, bem como ligas, uniões, federações e confederações), suas dinâmicas, estruturas, pronunciamentos, orientações e a práxis do dia a dia, permite perceber vários distanciamentos da conduta usual e a forma de tratamento em relação aos que pensam (ou agem) de modo diverso dos seus em relação às diretrizes apresentadas pelo Mestre lionês.
Ainda que estejamos cientes do longo processo de maturação da Doutrina Espírita como movimento social – tendo por base os chamados “períodos do espiritismo” que o próprio Codificador apresentou numa pontual dissertação contida na Revue Spirite de dezembro de 1863 – bem como das características conjunturais do Brasil e do povo brasileiro, considerada sua formação cultural e a influência de seitas ou religiões sobre a população (e sobre os espíritas), é preciso avançar e materializar os projetos espirituais alinhavados em conjunto por inúmeros espíritos, considerando, ainda, que independente do plano em que estejam, encarnados e desencarnados operam em parceria para a consecução daqueles objetivos inaugurais. É preciso avançar, portanto!
Em referência à Doutrina dos Espíritos não devemos perder de vista as suas características essenciais, cultural e espiritualmente assim enquadradas: PLURALISMO, HUMANISMO, LIVREPENSADOR, EDUCACIONAL, PROATIVIDADE, CONSTRUTIVISMO, PROGRESSIVIDADE, PERMANÊNCIA. Vamos enquadrar cada uma dessas características:

PLURALISMO – o Espiritismo permite a dialógica com toda e qualquer vertente do conhecimento humano. Ao interagir com outras filosofias e teorias, permite localizar as semelhanças e convergências. Na percepção de diferenças, não as repulsa, de imediato, mas procura verificar-lhes a lógica e o bom senso. Caso perceba, nelas, alguma utilidade, as reconhece como úteis para a Humanidade, não necessitando abarca-las em seu “corpo doutrinário”. Na convivência com outros modos de pensar, aproveita os instantes de contato e insiste no diálogo, como forma de aproximação entre seres, tendências e culturas. Tem como foco, sempre, o bem individual e coletivo.
HUMANISMO – é a filosofiamoral que atribui ao ser humano a condição principal, numa escala de importância. Assim sendo, a preocupação maior das prescrições espíritas deve ser a melhora da conduta humana, ética e moralmente falando, no plano encarnado, isto é, no mundo e nas relações humanas que se estabelecem. Em face da conjuntura de encarnados, o Espiritismo deve orientar os homens a serem melhores e a concentrar seus esforços no progresso do mundo em que vivem. Em outras palavras, a vida espiritual é ÚNICA, enquadrando as experiências na condição encarnada e desencarnada, significando que não podemos viver “no mundo” físico pensando estar “no mundo” espiritual. Devemos aproveitar cada uma das experiências.
LIVREPENSADOR – Kardec nunca pretendeu estabelecer autoridade hierárquica entre pessoas ou instituições. Mesmo quando prescreve a oportunidade da existência de um “Comitê Central do Espiritismo” (Revue, dezembro de 1868), Kardec não preceitua a obediência hierárquica e estabelece em vários outros trechos das obras que publicou a condição de absoluta liberdade de pensar em relação aos fundamentos e preceitos espiritistas e a aproximação em torno dos ideais e objetivos comuns. Parte do raciocínio individual de cada espírito que tem o seu modo particular de ver e entender as coisas. Na medida em que o ser vai avançando, melhor compreenderá as diversas situações de sua existência e, delas, tirará as melhores conclusões.
EDUCACIONAL – o Espiritismo é prospectivo, de modo que suas orientações e explicações, no contato e no diálogo com inteligências superiores desencarnadas, se dirigem ao melhoramento espiritual individual – com reflexos no coletivo – e a chamada “conduta espírita” decorre do processo de conhecimento e entendimento paulatino das Leis Espirituais e da perspectiva, sempre progressiva, de assimilação dos conceitos enquanto práticas. A pedagogia dos Espíritos, por assim dizer, tem raízes na maiêutica socrática, com Sócrates e seu discípulo Platão (considerados os precursores do Espiritismo), enquadra as pregações e os feitos de Jesus de Nazaré e perpassa os métodos educativos de Pestalozzi (o mestre de Rivail) e do próprio Kardec. O Espiritismo é educativo por excelência.
PROATIVIDADE – a Filosofia Espírita prescreve a necessidade da aplicação dos conceitos no contexto existencial de cada ser, de modo a caracterizar a influência do homem no progresso das ideias e das coletividades. As mudanças qualitativas no ambiente planetário não são obra dos espíritos desencarnados, mas da ação efetiva dos encarnados, tendo como referência a participação na Sociedade. Os espíritos disseram a Kardec que os bons precisariam deixar de ser tímidos e vencer a influência dos maus que são audaciosos; este é o caminho real para a consecução dos objetivos espiritistas de avanço da Humanidade e do Planeta.
CONSTRUTIVISMO – Construtivismo é uma das correntes teóricas que explicam o desenvolvimento da inteligência humana a partir de ações mútuas entre o indivíduo e o meio, considerando, ainda, que ele responde aos estímulos externos agindo sobre eles para construir e organizar o seu próprio conhecimento, de forma cada vez mais elaborada. Esta é a essência da existência espiritual, em que cada ser atua em relação ao meio e recebe, deste, influência direta, em reciprocidade. Portanto, a proposta espírita é a de construção e reconstrução permanente do mundo.
PROGRESSIVIDADE – considerado um dos princípios básicos do Espiritismo, a Lei do Progresso também se aplica à própria doutrina, de vez que tanto o homem encarnado evolui em termos de entendimento, lógica, raciocínio e percepção, quanto os espíritos superiores desencarnados podem tratar de temas de modo mais aprofundado, os quais não foram acessíveis ou compreensíveis ao tempo de Kardec. O próprio Codificador, ao estabelecer as bases do trabalho espiritista e ao definir o método de tratamento das mensagens e das manifestações mediúnicas, permitiu fosse possível aos seus continuadores contribuir com novas pesquisas e novos diálogos com os desencarnados, para desembocar na continuidade ou atualização do Espiritismo.
PERMANÊNCIA – Para não figurar apenas no “panteão da Humanidade” como mais uma filosofia, seita ou religião, muito bem intencionada, mas simplória ou fracassada nas suas propostas para as sociedades terrenas, o Espiritismo tem de acompanhar os progressos científicos, como asseverou Kardec. Acompanhar a ciência significa estar ciente dos experimentos e das teorias deles decorrentes em comparação com os postulados espíritas e permitir que novas comunicações espirituais permitam divisar temas e realidades que não eram preocupação dos homens ao tempo de Kardec. E, de outra sorte, contribuir para o progresso, participando de instituições que promovem a cultura e a ciência e debatendo, em diversos fóruns e ambientes sociais laicos, as questões de interesse do homem contemporâneo.

Com base em tais elementos, é de se perguntar: todos os espíritas e as instituições em geral estão atentas e são concordes com tais premissas? Mesmo considerando os distintos entendimentos pessoais e institucionais, propiciam a aproximação entre pessoas ou grupos, ou agem como “donos da verdade”, como “defensoras” de critérios parciais e subjetivos, distantes do caráter pluralista e integrativo da Doutrina Espírita? Reflitamos...
Durante muito tempo as instituições se muniram de “garantias” preestabelecidas para a manutenção de suas teses ou do status quo, em face da existência de muitas configurações adjetivadas como espíritas, mas diversas entre si em alguns pontos. Surgiu, por exemplo, a tese da “pureza doutrinária” que foi defendida a ferro e fogo para impedir as chamadas “enxertias” de práticas ou idéias no “corpo” doutrinário. À exceção de um episódio pontual, lá pela década de 60, em que Herculano Pires defendeu com todo ardor e êxito uma tentativa de adulteração dos livros básicos, por parte de uma editora que pretendia “incluir” interpretações que não estavam na versão original, tudo o mais tem me parecido extremamente despropositado. Há quem censure autores e obras, admitindo e prescrevendo a necessidade de um “índex” ou um catálogo para ser apresentado às instituições e livrarias ou bibliotecas espíritas, para selecionar o que “pode” ou não ser lido, vendido ou divulgado.
Este é um ledo equívoco, porquanto devemos deixar a cargo de cada espírita (ou simpatizante) o critério de seleção de suas leituras e, mais que isso, a lógica aplicada à leitura para selecionar o que seja ou não racional e consentâneo com os princípios ou axiomas espiritistas. Não queiramos, nós, espíritas da “fé raciocinada” e em pleno Século XXI, cometermos os mesmos erros do passado, patrocinados por religiões ou ideologias, em destruir livros, escondê-los de algum modo ou de desmerecer seus textos ou autorias. Cabe ao estudioso espírita o critério de seleção, sempre!
Fico triste e muito preocupado quando vejo valorosos, bem intencionados e dedicados companheiros daqui ou dali se levantarem contra determinados autores ou obras – quando não contra expositores e lideranças espiritistas – em função da discordância DE OPINIÃO. Alguns, até, mais vorazes, se dispõem a escrever e a publicar textos desqualificando pessoas ou conteúdos, como se fossem censores ou síndicos do Espiritismo. Agem, até, em contrário à prática da caridade e da compreensão interpessoal, como se tencionassem excluir dados companheiros de atividades ou desmerecer suas ideias e trabalhos. Já deveríamos ter sepultado há tempos esta tendência.
Particularmente, como iniciei na Doutrina e no Movimento Espírita na fase de pré-adolescência (aos 11 anos), procurei ler tudo o que me aparecia à frente. Li Roustaing, Ramatís, Pietro Ubaldi, Polidoro, Ranieri, Krishamurti, Jaci Régis, André Luís, Emmanuel, Joanna de Ângelis, Zíbia e seus romances, os clássicos, os cientistas, os filósofos, os religiosos... De tudo, procurei reter a melhor parte. Fazia anotações e comentários, recorria aos “livros básicos” (que, para mim, foram na ordem: “O que é o Espiritismo”, “O Livro dos Espíritos” e “O Livro dos Médiuns”, não me esquecendo de “O Principiante Espírita” e “Instruções Práticas sobre as Manifestações Espíritas”, além da coleção completa da Revue, já citada neste ensaio). Utilizei, sempre, o Evangelho como ponto de consulta para palestras e estudos e nas meditações diárias ou semanais, nos vários momentos da existência e, por complemento, “A Gênese”, “O Céu e o Inferno” e “Obras Póstumas”, para trabalhos e pesquisas específicos. Não me considero melhor ou superior a ninguém, nem dotado de “amplo conhecimento” espiritista, mas a base das leituras e da frequência a grupos de estudo e de prática mediúnica, em distintas instituições, ainda na fase pré-adulta, me permitiu formar a estrutura de convencimento e de seleção de toda e qualquer leitura, espírita ou espiritualista.
Nunca deixei de ler qualquer obra ou citação, por mais desqualificadores que fossem os comentários de expositores, dirigentes ou articulistas sobre tal o qual obra. Pelo contrário, quanto mais criticavam, mais vontade e interesse me despertavam. E isso foi, é e será fundamental para quem pretende ser espírita e para quem deseja formar convencimento (nunca definitivo, diga-se de passagem) sobre temas de interesse espiritual. Essa abertura, creio, é essencial para aqueles que desejam conhecer e entender melhor cada um dos quadrantes dessa e da vida futura.
Assim, vislumbrando que o Movimento Espírita possa estar avançando, em face do que tenho visto em termos de organizações coletivas espíritas na atualidade, considerando as principais, com quem tenho tido contato, federações, confederações e entidades nacionais especializadas, percebo uma tendência muito positiva. E ela, para mim, irá ser portadora das seguintes mensagens-vivências:
  • 1) Perspectiva da verdadeira UNIÃO ENTRE OS ESPÍRITAS, a partir dos pontos de conexão e similitude entre as distintas acepções de entendimento de pessoas ou grupos, investindo-se nas SEMELHANÇAS e discutindo, se e quando possível, com o caráter da amistosidade e do respeito, as diferenças porventura existentes;
  • 2) Diálogo pessoal e institucional permanente seja pelas ligações entre si das pessoas e das instituições, seja pela abertura de espaços em eventos patrocinados por uns e outros para o debate salutar dos “pontos de vista” diversos existentes no movimento, favorecendo com o gesto do convite e da boa acolhida, quando da presença, de representantes daquilo que se cognomina de “correntes espíritas”;
  • 3) Interlocução com distintas correntes filosóficas, ideológicas, religiosas ou não e movimentos sociais, para o trato de temas específicos, da atualidade planetária e de interesse de todos, assim como participação efetiva e qualificada em fóruns e eventos de debate de ideias, para divulgação do pensamento espírita e para o diálogo com outras formas de pensamento;
  • 4) Investimento e interesse em atividades de caráter científico e cultural, para o desenvolvimento de ações de continuidade e atualização do Espiritismo, dentro da proposta de permanência espírita cunhada por Kardec, permitindo-se, quando e se necessário, a revisão de conteúdos das obras fundamentais, não para demonstrar que “Kardec estava em erro”, mas para averiguar se as informações disponibilizadas no final do século XIX ainda permanecem sob a mesma configuração; e,
  • 5) Idealização de eventos que permitam a apresentação de novas teses e estudos ou pesquisas espíritas, de caráter científico ou cultural, os primeiros com a organização e acuidade devidas para a caracterização dos métodos e da excelência dos debates, os segundos para permitir a interlocução com a Sociedade, por meio da disseminação, o mais amplamente possível, das ideias espíritas, utilizando-se os mais variados meios: arte em suas várias expressões, letras, filosofia, mídia e meios de comunicação.

Este é o verdadeiro recall dos espíritas. Alguns defeitos – como os listados acima – precisam ser corrigidos. Trata-se de um chamamento para a mudança qualitativa, a permitir os avanços necessários. E para caminharmos a passos largos para a instauração do período de regeneração social, já que, na descrição posta por Kardec, temos de suplantar o período religioso posto que já estamos no intermediário, de transição entre este e aquele.
Vale salientar que a porção majoritária dos espíritas prescreve a existência de um caráter ou aspecto religioso do espiritismo, tratando-o como “uma religião” (ainda que em caráter ou sentido “filosófico”, como bem asseverou Kardec na Revue de dezembro de 1868), afirmando que, neste sentido, seria “a doutrina que funda os vínculos da fraternidade e da comunhão de pensamentos, não sobre uma simples convenção, mas sobre bases mais sólidas: as próprias leis da Natureza”. Será que todos sabem, realmente, o que é o tal “caráter ou sentido filosófico” do termo religião? Ou tendem a dogmatizar e a sacralizar a Doutrina Espírita e os escritos compilados por Kardec? Lembremos que isto é tão somente um ponto de vista, havendo outros, como o manifesto por aqueles que não encaram o Espiritismo como religião, dizendo-se espíritas laicos, os quais são afastados ou, até, boicotados como se não fossem espíritas!
Antes de concluir, gostaria de chamar a atenção para aquilo que Kardec, com a antevisão que lhe era característica, em face de sua bagagem espiritual e dos atributos que lhe fizeram ser nomeado o “organizador” do Espiritismo, disse a esse respeito em duas dissertações valiosíssimas, abaixo mencionadas.
A primeira, em “O que é o espiritismo” (1859) no célebre diálogo de Kardec com o padre, nestes termos: “O Espiritismo, melhor observado depois que se vulgarizou, veio lançar luz sobre uma multidão de questões até aqui insolúveis ou mal compreendidas. Seu verdadeiro caráter, pois, é o de uma ciência, e não de uma religião; e a prova disso é que conta entre seus adeptos homens de todas as crenças, que não renunciaram por isso às suas convicções: católicos fervorosos que não praticam menos todos os deveres de seu culto, quando não são repelidos pela Igreja, protestantes de todas as seitas, israelitas, muçulmanos, e até budistas e brâmanes. Ele repousa, pois, sobre princípios independentes de toda questão dogmática. Suas consequências morais estão no sentido do Cristianismo, porque o Cristianismo é, de todas as doutrinas, a mais esclarecida e a mais pura, e é por essa razão que, de todas as seitas religiosas do mundo, os cristãos estão mais aptos a compreendê-lo em sua verdadeira essência. Pode-se, por isso, fazer-lhe uma censura? Cada um, sem dúvida, pode fazer uma religião de suas opiniões, interpretar à vontade s religiões conhecidas, mas daí a constituição de uma nova Igreja, há distância.”
A segunda, na Revue de maio de 1859, na resposta ao abade Chesnel: “O Espiritismo, melhor observado depois que foi vulgarizado, vem lançar a luz sobre uma multidão de questões até aqui insolúveis ou mal resolvidas. Seu verdadeiro caráter é, pois, o de uma ciência e não de uma religião, e a prova disso é que conta, entre seus adeptos, com homens de todas as crenças, e que por isso não renunciaram às suas convicções: os católicos fervorosos que não praticam menos todos os deveres de seu culto, protestantes de todas as seitas, israelitas, muçulmanos e até budistas e brâmanes; há de tudo, exceto materialistas e ateus, porque essas ideias são incompatíveis com as observações espíritas. O Espiritismo repousa, pois, sobre princípios gerais independentes de todas as questões dogmáticas. Ele tem, é verdade, consequências morais como todas as ciências filosóficas; essas consequências estão no sentimento do Cristianismo, porque o Cristianismo, de todas as doutrinas, é a mais clara, a mais pura, e é por esta razão que, de todas as seitas religiosas do mundo, os cristãos são os mais aptos a compreendê-lo em sua verdadeira essência. O Espiritismo não é, pois, uma religião: de outro modo teria seu culto, seus templos, seus ministros. Cada um, sem dúvida, pode se fazer uma religião de suas opiniões, interpretar ao seu gosto as religiões conhecidas, mas daí à constituição de uma nova Igreja, há distância, e creio que seria imprudente dar-lhe a ideia. Em resumo, o Espiritismo se ocupa com a observação dos fatos, e não com as particularidades de tal ou tal crença, da procura das causas, de explicações que esses fatos podem dar de fenômenos conhecidos, na ordem moral como na ordem física, e não impõe mais um culto aos seus adeptos do que a astronomia impõe o culto dos astros, nem a pirotécnica o do fogo.”
Kardec, assim, reafirma que o verdadeiro caráter espiritista é o de uma ciência (e não uma religião), permitindo coexistir entre seus partidários católicos, protestantes, budistas, bramanistas, etc., posto que cada ser continuaria a manter sua própria religião (ou a expressão íntima de sua religiosidade) e iria, pouco a pouco, compreendendo a natureza lógica e racional das Leis Espirituais, a que todos nós nos achamos sujeitos, compreendendo-lhes as causas e os efeitos.
E tudo isso, respeitosamente, dialogicamente.

A hora é, destarte, para a UNIÃO e o DIÁLOGO entre TODOS os espíritas, sem distinções ou exclusões. E diálogo só se faz com RESPEITO e ALTERIDADE.
É isto que precisa de Recall!
Mãos à obra, portanto! Kardec prossegue conosco

*Dr. Marcelo Henrique Pereira é Doutorando em Direito e Mestre em Ciência Jurídica, além de Especialista em Administração.
 Espírita há 32 anos (desde 1981).
Presidente do Centro Cultural Espírita Herculano Pires, de São José-SC, e da Associação de Divulgadores do Espiritismo de Santa Catarina (ADE-SC).
Secretário Executivo da Associação Brasileira de Divulgadores do Espiritismo (ABRADE).
Assessor da Vice Presidência de Cultura e Ciência Espírita, da Federação Espírita Catarinense.
Delegado e membro do Conselho Executivo da Confederação Espírita Pan-Americana (CEPA) para a Grande Florianópolis.
Editor-chefe da Revista Espírita Harmonia, que circula desde 1987.
Membro do Centro de Pesquisa e Documentação Espírita (CPDoc) e do Núcleo de Estudos e Orientação da Pesquisa Espírita (NEOPE).
Membro da Associação de Estudos e Pesquisas Espíritas de João Pessoa (PB).
Atua como expositor e conferencista espírita no Brasil e na Argentina.

 
 

terça-feira, 16 de julho de 2013

Guia para estudo da Doutrina Espírita

ÍNDICE NUMÉRICO DOS TEMAS
BIBLIOGRAFIA POR TEMA
(Temas por ordenação numérica)
Levantamento dos livros básicos e respectivas lições pela conexão que apresentam.
Todas as lições dos cinco livros básicos, mais a 1ª parte de Obras Póstumas estão relacionadas, salvo as mencionadas na Apresentação.

Abreviaturas adotadas

  • L. E. O Livro dos Espíritos
  • L.M. O Livro dos Médiuns
  • E.S.E. O Evangelho Segundo o Espiritismo
  • C.I. O Céu e o Inferno
  • G. A Gênese
  • O.P. Obras Póstumas

01 - A AUTORIDADE DA DOUTRINA ESPÍRITA

  • L.E. Introdução - I e VII
  • L.E. Prolegômenos
  • L.M. Dissertações Espíritas - 2ª parte, Cap. XXXI, item XXVIII - Nota
  • L.M. Vocabulário Espírita - Cap. XXXII
  • E.S.E. Autoridade da Doutrina Espírita. Universalidade dos Ensinos dos Espíritos - Introdução - II

02 - PERÍODOS DE DESENVOLVIMENTO DO ESPIRITISMO

  • L.E. Introdução III a V
  • L.E. Conclusão I e V
  • L.M. Vocabulário Espírita - Cap. XXXII
  • L.M. Dissertações Espíritas - Cap. XXXI, item XVIII
  • O.P. Os Desertores – 1ª parte

03 - PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA DOUTRINA ESPÍRITA

  • L.E. Introdução VI
  • O.P. Doutrina Espírita – 1ª parte
  • O.P. Princípios Fundamentais da Doutrina Espírita – 2ª parte

04 - SISTEMAS DE INTERPRETAÇÃO DOS FENÔMENOS ESPÍRITAS

  • L.E. Introdução - VII
  • L.E. Conclusão - IX
  • L.M. Dos Sistemas – 1ª parte, Cap. IV, 36 a 51

05 - CARACTERÍSTICAS DO ESTUDO DO ESPIRITISMO

  • L.E. Introdução VIII
  • L.M. Do Método – 1ª parte, cap. III, 18 a 35
  • L.M. Dissertações Espíritas - 2,1 parte, cap. XXXI, itens XVI, XX, XXI XXII, XXIV, XXVI e XXVII
  • L.M. Das Reuniões em Geral - 21 parte, cap. XXIX, 324 a 333
  • L.M. Das Sociedades Propriamente Ditas – 2ª parte, cap. XXIX, 334 a 347
  • E.S.E. Reuniões Espíritas - Cap. XXVIII, 4 e 5

06 - OBJEÇÕES FEITAS AO ESPIRITISMO - REFUTAÇÕES

  • L.E. Introdução X, XI a XVII
  • L.E. Materialismo - Q. 147 e 148
  • L.E. Conclusão II, III e VI
  • L.M. Das Mistificações – 2ª parte, cap. XXVII, 303
  • L.M. Médiuns Interesseiros – 2ª parte, cap. XXVIII, 304 a 313
  • L.M. Fraudes Espíritas – 2ª parte, cap. XXVIII, 314 a 323
  • L.M. Dissertações Espíritas – 2ª parte, Cap. XXXI, item XIX
  • E.S.E. Pelos Inimigos do Espiritismo - Cap. XXVIII, 50 e 51
  • O.P. Ligeira Resposta aos Detratores do Espiritismo – 1ª parte

07 - CONTRIBUIÇÃO DO ESPIRITISMO AO PROGRESSO DA HUMANIDADE

  • L.E. Influência do Espiritismo no Progresso - Q. 798 a 802
  • L.E. Conclusão IV
  • L.M. Dissertações Espíritas – 2ª parte, Cap. XXXI, itens 1 a V
  • E.S.E. Os Bons Espíritas - Cap. XVII, 4
  • E.S.E. Parábola do Semeador - Cap. XVII, 5 e 6
  • O.P. Sobre as artes em geral - A Regeneração delas por meio do Espiritismo – 1ª parte
  • O.P. Música Espírita – 1ª parte
  • O.P. As Aristocracias – 1ª' parte

08 - OS TRÊS ASPECTOS DO ESPIRITISMO E SUAS CONSEQÜÊNCIAS

  • L.E. Conclusão VII
  • L.E. Prolegômenos
  • L.M. Introdução
  • E.S.E. Prefácio
  • E.S.E. Objetivo desta Obra - Introdução 1
  • G. Introdução

09 - A MORAL EVANGÉLICA DO ESPIRITISMO

  • L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 627 e 628
  • L.E. Conclusão VIII
  • L.M. Dissertações Espíritas - Cap. XXXI, item XVII
  • E.S.E. Objetivo desta Obra - Introdução 1
  • E.S.E. Não vim trazer a paz, porém a Divisão - Cap. XXIII, 9 a 18
  • E.S.E. Prefácio
  • G. Caráter da Revelação Espírita - Cap. 1, 56

10 - A UNIDADE DA DOUTRINA ESPÍRITA, APESAR DAS DIVERGÊNCIAS

  • L.E. Introdução XIII
  • L.E. Conclusão IX
  • L.M. Das Contradições – 2ª parte, Cap. XXVII, 297 a 302
  • L.M. Rivalidades entre as Sociedades – 2ª parte, Cap. XXIX, 348 a 350
  • L.M. Dos Sistemas – 1ª parte, Cap. 1 V, 36

11 - CARÁTER DA REVELAÇÃO ESPÍRITA

  • L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 622 e 627
  • E.S.E. Consolador Prometido - Cap. VI, 3 e 4
  • E.S.E. Prefácio
  • E.S.E. Autoridade da Doutrina Espírita –
  • E.S.E. Controle Universal do Ensino dos Espíritos –
  • E.S.E. Introdução II
  • G. Caráter da Revelação Espírita - Cap. 1, 1 a 62

12 - DEUS

  • L.E. Deus e o Infinito - Q. 1 a 3
  • L.E. Provas da Existência de Deus - Q. 4 a 9
  • G. Existência de Deus . - Cap. II, 1 a 7
  • G. A Providência - Cap. II, 20 a 30
  • G. A Visão de Deus - Cap. 11, 31 a 37
  • O.P. Profissão de Fé Espírita Raciocinada - Deus – 1ª parte, I
  • O.P. Profissão de Fé Espírita Raciocinada - Criação – 1ª parte, III

13 - A NATUREZA DIVINA

  • L.E. Atributos da Divindade - Q. 10 a 13
  • L.E. Panteísmo - Q. 14 a 16
  • G. Da Natureza Divina - Cap. 11, 8 a 19
  • O.P. As Cinco Alternativas da Humanidade - Doutrina
  • O.P. Panteísta – 1ª parte

14 - ESPÍRITO E MATÉRIA

  • L.E. Conhecimento do Princípio das Coisas - Q. 17 a 20
  • L.E. Espírito e Matéria - Q. 21 a 28
  • L.E. Propriedades da Matéria - Q. 29 a 34
  • L.E. Espaço Universal - Q. 35 e 36
  • L.M. Ação dos Espíritos sobre a Matéria – 2ª parte, Cap. I, 52 a 59
  • G. Antigos e Modernos Sistemas do Mundo - Cap. V, 1 a 14
  • G. O Espaço e o Tempo - Cap. VI, 1 e 2
  • G. A Matéria - Cap. VI, 3 a 7
  • G. As Leis e a Força - Cap. VI, 8 a 11
  • G. Natureza e Propriedade dos Fluidos - Cap. XIV, 1 a 6
  • G. Ação dos Espíritos sobre os Fluidos. Criações Fluídicas
  • G. Fotografia do Pensamento Cap. XIV, 13 a 15
  • G. Qualidade dos Fluidos - Cap. XIV, 16 a 21
  • G. Curas - Cap. XIV, 31 a 34

15 - O LABORATÓRIO DO MUNDO INVISÍVEL

  • L.E. Espírito e Matéria - Q. 27
  • L.M. Do Laboratório do Mundo Invisível - Cap. VIII, 126 a 131
  • G. Ação dos Espíritos sobre os Fluidos. Criações Fluídicas.
  • G. Fotografia do Pensamento - Cap. XIV, 13 a 15
  • O.P. Introdução ao Estudo da Fotografia e da Telegrafia do Pensamento - 1ª parte
  • O.P. Fotografia e Telegrafia do Pensamento - 1ª parte

16 - A FORMAÇÃO DOS MUNDOS

  • L.E. Formação dos Mundos - Q. 37 a 42
  • L.E. Considerações e Concordâncias Bíblicas Concernentes à Criação - Q. 59
  • G. A Criação Primária. A Criação Universal. Os Sóis e os Planetas. Os Satélites. Os Cometas.
  • G. A Via-Láctea. As Estrelas Fixas. Os Desertos do Espaço - Cap. VI, 12 a 47
  • G. A Vida Universal - Cap. VI, 53 a 57
  • G. Períodos Geológicos. Estado Primitivo do Globo.
  • G. Período Primário
  • G. Período de Transição. Período Secundário. Período Terciário. Período Diluviano - Cap. VII, 1 a 47
  • G. Teorias sobre a Formação da Terra - Cap. VIII, 1 a 7

17 - O POVOAMENTO DA TERRA

  • L.E. Formação dos Seres Vivos - Q. 43 a 49
  • Povoamento da Terra. Adão, - Q. 50 e 51
  • Diversidade das Raças Humanas - Q. 52 a 54
  • Considerações e Concordâncias Bíblicas; Concernentes à Criação - Q. 59
  • Formação Primária dos Seres Vivos - Cap. X, 1 a 15 Geração Espontânea - Cap. X, 20 a 23 Período Pós-diluviano ou Atual. Nascimento do Homem - Cap. VII, 48 e 49
  • Revoluções Gerais ou Parciais. Idade das Montanhas. Dilúvio Bíblico. Revoluções Periódicas. Cataclismos Futuros. Crescimento ou diminuição do volume de Terra - Cap. IX, 1 a 15
  • Hipótese sobre a Origem do Corpo Humano - Cap. XI, 15 e 16
  • Raça Adâmica - Cap. XI, 38 a 42
  • Os Seis Dias - Cap. XII, 1 a 12
  • O.P. Profissão de Fé Espírita Raciocinada. Criação – 1ª parte

18 - A DIVERSIDADE DAS RAÇAS HUMANAS

  • L.E. Povoamento da Terra. Adão - Q. 50 e 51
  • Diversidade das Raças Humanas - Q. 52 a 54
  • Considerações e Concordâncias Bíblicas concernentes
  • à Criação - Q. 59
  • Sucessão e Aperfeiçoamento das Raças - Q. 688 a 692
  • G. Período Pós-diluviano ou Atual - Nascimento do Homem - Cap. VII, 48 e 49
  • Hipótese sobre a Origem do Corpo Humano - Cap. XI, 15 e 16
  • Raça Adâmica - Cap. XI, 38 a 42
  • Os Seis Dias - Cap. XII, 1 a 12
  • O.P. Teoria da Beleza – 1ª parte

19 - HÁ MUITAS MORADAS NA CASA DE MEU PAI

  • L.E. Pluralidade dos Mundos - Q. 55 a 58
  • E.S.E. Há muitas Moradas na Casa de Meu Pai - Cap. III, 1
  • Diferentes Estados da Alma na Erraticidade - Cap. III, 2
  • Diferentes Categorias dos Mundos Habitados - Cap. III, 3 a 5
  • Destinação da Terra. Causas das Misérias Humanas -Cap. III, 6 e 7
  • Mundos Inferiores e Mundos Superiores - Cap. III, 8 a 12
  • Mundos de Expiações e de Provas - Cap. III, 13 a 15
  • Mundos Regeneradores - Cap. III, 16 a 18
  • Progressão dos Mundos - Cap. III, 19
  • G. Diversidade dos Mundos - Cap. VI, 58 a 61
  • Eterna Sucessão dos Mundos - Cap. VI, 48 a 52

20 - O PRINCÍPIO VITAL

  • L.E. Seres Orgânicos e Inorgânicos - Q. 60 a 67
  • A Vida e a Morte - Q. 68 a 70
  • Inteligência e Instinto - Q. 71 a 75
  • G. Princípio Vital - Cap. X, 16 a 19
  • Escala dos Seres Orgânicos.
  • O Homem Corpóreo - Cap. X, 24 a 30
  • O Instinto e a Inteligência - Cap. III, 11 a 19
  • Princípio Espiritual - Cap. XI, 5

21 - ORIGEM E NATUREZA DOS ESPÍRITOS

  • L.E. Origem e Natureza dos Espíritos - Q. 76 a 83
  • Mundo Normal Primitivo - Q. 84 a 87
  • Forma e Ubiqüidade dos Espíritos - Q. 88 a 92
  • Sexo nos Espíritos - Q. 200 a 202
  • L.M. Há Espíritos? – 1ª parte, Cap. 1, 1 a 6
  • Vocabulário Espírita - Cap. XXXII
  • G. Princípio Espiritual. União do Princípio Espiritual à Matéria - Cap. X1, 1 a 14
  • O.P. Controvérsias sobre a Idéia da Existência de Seres Intermediários entre o Homem e Deus – 1ª parte

22 - O PERISPÍRITO

  • L.E. Perispírito - Q. 93 a 95
  • L.M. Da Ação dos Espíritos sobre a Matéria – 2ª parte, Cap.1, 52 a 59
  • Vocabulário Espírita - Cap. XXXII
  • G. Formação e Propriedade do Perispírito - Cap. XIV, 7 a 12
  • Superioridade da Natureza de Jesus - Cap. XV, 1 e 2
  • O.P. o Perispírito como Princípio das Manifestações – 1ª' parte

23 - A PROGRESSÃO DOS ESPÍRITOS

  • L.E. Diferentes Ordens de Espíritos - Q. 96 a 99
  • Escala Espírita - Q. 100 a 113
  • Progressão dos Espíritos - Q. 114 a 127
  • Anjos e Demônios - Q. 128 a 131
  • L.M. Da Natureza das Comunicações - 2ª parte, Cap. X, 133 a 138
  • Provas Possíveis de Identidade – 2ª parte, Cap. XXIV, 255 a 261
  • Modos de se distinguirem os bons dos maus espíritos – 2ª parte, Cap. XXIV, 262 a 267
  • Questões sobre a Natureza e a Identidade dos Espíritos – 2ª parte, Cap. XXIV, 268
  • Dissertações Espíritas – 2ª parte, Cap. XXXI, item XXV
  • E.S.E. Deixai que Venham a Mim as Criancinhas - Cap. VIII, 18 e 19
  • C. I. Os Anjos – 1ª' parte, Cap. VI 11, 1 a 15
  • Os Demônios – 1ª parte, Cap. lX, 1 a 23

24 - A ALMA

  • L.E. Introdução II
  • Objetivo da Encarnação - Q. 132 e 133
  • A Alma - Q. 134 a 146
  • Materialismo - Q. 147 e 148
  • E.S.E. Limites da Encarnação - Cap. IV, 24
  • Necessidade da encarnação - Cap. IV, 25 e 26
  • C.I Encarnação dos Espíritos - Cap. XI, 17 a 32
  • O. P. Profissão de Fé Espírita Raciocinada. A Alma –1ª parte

25 - A MORTE

  • L.E. A Alma após a. Morte - Q. 149 e 153
  • Separação da Alma e do Corpo - Q. 154 a 162
  • Perturbação Espiritual - Q. 163 a 165
  • Intuição das Penas e Gozos Futuros - Q. 961
  • L.M. Questões sobre a sorte dos Espíritos – 2ª parte, Cap. XXVI, 292
  • E.S.E. Prevendo Próxima a Morte. Por um Agonizante. Por Alguém que acaba de Morrer. Pelas Pessoas a quem tivemos Afeição - Cap. XXVIII, 40, 57, 59 e 62.
  • Perda de Pessoas Amadas. Morte Prematura. Cap. V, 21
  • C.I. Causas do Temor da Morte – 1ª parte, Cap. II, 1 a 9
  • Por que os Espíritas não temem a morte – 1ª parte, Cap. II, 10
  • O Passamento – 2ª parte, Cap. I, 1 a 15

26 - ENCARNAÇÃO NOS DIFERENTES MUNDOS

  • L.E. Encarnação nos Diferentes Mundos - Q. 172 a 188
  • Transmigrações Progressivas - Q. 189 a 196
  • E.S.E. Diferentes Categorias de Mundos Habitados - Cap.III, 3 a 5
  • G. Reencarnações - Cap. XI, 33 e 34
  • Emigrações e Imigrações dos Espíritos - Cap. XI, 35 a 37

27 - A REENCARNAÇÃO

  • L.E. A Reencarnação - Q. 166 a 170
  • Justiça da Reencarnação - Q. 171
  • Sorte das Crianças depois da Morte - Q. 197 a 199
  • Ressurreição da Carne - Q. 1010
  • L.M. Vocabulário Espírita - Cap. XXXII
  • E.S.E. Motivos de Resignação - Cap. V, 12 e 13
  • Ato de Submissão e Resignação - Cap. XXVIII, 30
  • A Reencarnação Fortalece os Laços de Família, ao passo
  • que A Unicidade da Existência os Rompe - Cap. IV, 18 a 23
  • G. Reencarnações - Cap. XI, 33 e 34
  • O.P. A Morte Espiritual – 1ª parte

28 - REENCARNAÇÃO E PARENTESCO

  • L.E. Sexo nos Espíritos - Q. 200 a 202
  • Parentesco, Filiação - Q. 203 a.206
  • Parecenças Físicas e Morais - Q. 207 a 217
  • Idéias Inatas - Q. 218 a 221
  • E.S.E. A Reencarnação fortalece os Laços de Família, ao passo que a Unicidade da Existência os rompe - Cap. IV, 18 a 23
  • Quem é Minha Mãe e quem são Meus Irmãos - Cap. XIV, 5 e 7
  • A Parentela Corporal e a Parentela Espiritual - Cap. XIV, 8
  • G. Reencarnações - Cap. XI, 33 e 34

29 - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS

  • L.E. Considerações sobre a Pluralidade das Existências - Q. 222
  • A Reencarnação - Q. 166 a 170
  • Justiça da Reencarnação - 171
  • E.S.E. Motivos de Resignação - Cap. V, 12 e 13
  • Ressurreição e Reencarnação - Cap. IV, 4 a 17
  • O.P. O Caminho da Vida – 1ª parte

30 - O ESPÍRITO NA ERRATICIDADE

  • L.E. Espíritos Errantes - Q. 223 a 233
  • Mundos Transitórios - Q. 234 a 236
  • L.M. Vocabulário Espírita - Cap. XXXII
  • E.S.E. Diferentes Estados da Alma na Erraticidade - Cap. III, 2

31 - PERCEPÇÕES, SENSAÇÕES E SOFRIMENTOS DOS ESPÍRITOS

  • L.E. Percepções, Sensações e Sofrimentos dos Espíritos - Q. 237 a 256
  • Ensaio Teórico da Sensação nos Espíritos - Q.257
  • O.R A Música Celeste – 1ª parte
  • Música Espírita – 1ª parte

32 - ESCOLHA DAS PROVAS PELO ESPÍRITO

  • L.E. Espíritos Errantes - Q. 223 a 233
  • Escolha das Provas - Q. 258 a 273
  • Fatalidade - Q. 851 a 867
  • E.S.E. Bem e Mal Sofrer - Cap. V, 18

33 - AS RELAÇÕES NO MUNDO DOS ESPÍRITOS

  • L.E. Escala Espírita - Q. 100 a 113
  • As Relações no Além-Túmulo - Q. 274 a 290
  • Relações de Simpatia e Antipatia entre os Espíritos -
  • Metades Eternas - Q. 291 a 303

34 - RECORDAÇÃO DA EXISTÊNCIA CORPÓREA PELO ESPÍRITO

  • L.E. Perturbação Espiritual - Q. 163 a 165
  • Espíritos Errantes - Q. 223 a 233
  • Recordação da Existência - Q. 304 a 319

35 - A COMEMORAÇÃO DOS MORTOS

  • L.E. Comemoração dos Mortos. Funerais - Q. 320 a 329
  • E.S.E. Deixai aos Mortos o Cuidado de Enterrar seus Mortos- Cap. XXIII, 7 e 8

36 - PRENÚNCIO DA REENCARNAÇÃO

  • L.E. A Reencarnação - Q. 166 a 170
  • Justiça da Reencarnação - Q. 171
  • Prelúdio da Volta - Q. 330 a 343

37 - UNIÃO DA ALMA E DO CORPO

  • L.E. União da Alma e do Corpo - Q. 344 a 360
  • E.S.E. Por uma Criança que Acaba de Nascer - Cap. XXVIII, 53

38 - FACULDADES MORAIS E INTELECTUAIS DO HOMEM

  • L.E. Idéias Inatas - Q. 218 a 221
  • Faculdades Morais e Intelectuais do Homem - Q. 361 a 366
  • Influência do Organismo - Q. 367 a 370
  • Necessidade da Vida Social - Q. 768
  • E.S.E. Missão do Homem Inteligente na Terra - Cap. VII, 13
  • Cuidar do Corpo e do Espírito - Cap. XVI 1, 11

39 - SITUAÇÃO DO ESPÍRITO NO IDIOTISMO E NA LOUCURA

  • L.E. Influência do Organismo - Q. 367 a 370
  • Idiotismo, Loucura - Q. 371 a 378
  • E.S.E. Cuidar do Corpo e do Espírito - Cap. XVII, 11
  • Pelos Doentes - Cap. XXVIII, 77
  • O Suicídio e a Loucura - Cap. V, 14 a 17

40 - UTILIDADE DA INFÂNCIA TERRENA

  • L.E. A Infância - Q. 379 a 385
  • E.S.E. Deixai que venham a Mim as Criancinhas - Cap. VIII, 18 e 19
  • Simplicidade e Pureza de Coração - Cap. VIII, 1 a 4

41 - O ESQUECIMENTO DO PASSADO

  • L.E. Simpatia e Antipatia Terrenas; - Q. 386 a 391
  • Esquecimento do Passado - Q. 392 a 399
  • L.M. Perguntas sobre Existências Passadas e Futuras – 2ª
  • parte, Cap. XXVI, 290
  • E.S.E. Esquecimento do Passado - Cap. V, 11

42 - O SONO E OS SONHOS

  • L.E. O Sono e os Sonhos - Q. 400 a 412
  • E.S.E. À Hora de Dormir - Cap. XXVIII, 38
  • G. Vista Espiritual ou Psíquica. Sonhos - Cap. XIV, 28
  • Sonhos - Cap. XV, 3
  • O.P. Emancipação da Alma – 1ª parte

43 - LETARGIA, CATALEPSIA, MORTES APARENTES

  • L.E. O Sono e os Sonhos - Q. 407 a 409
  • Letargia, Catalepsia, Mortes Aparentes - Q. 422 a 424
  • G. Catalepsia. Ressurreições - Cap. XIV, 29 e 30
  • Ressurreições: A Filha de Jairo, Filho da Viúva de Naim - Cap. XV, 37 a 40
  • O.P. Emancipação da Alma – 1ª Parte, 25 e 27

44 - TRANSMISSÃO OCULTA DO PENSAMENTO

  • L.E. Visita Espírita entre Pessoas Vivas - Q. 413 a 418
  • Transmissão Oculta do Pensamento - Q. 419 a 421
  • L.M. Evocação de Pessoas Vivas – 2ª parte, Cap. XXV, 284
  • Telegrafia Humana – 2ª parte, Cap. XXV, 285
  • Aparições dos Espíritos de Pessoas Vivas. Homens Duplos – 2ª parte, Cap. VII, 114 a 121
  • O.P. Aparição de Pessoas Vivas. Bicorporeidade – 1ª parte
  • Dos homens duplos e das aparições de Pessoas Vivas - 1ª parte
  • Fotografia e Telegrafia do Pensamento – 1ª parte

45 - SONAMBULISMO E ÊXTASE

  • L.E. O Sono e os Sonhos - Q. 400 a 412
  • Sonambulismo - Q. 425 a 438
  • Êxtase - Q. 439 a 446
  • Resumo Teórico do Sonambulismo, do Êxtase e da Dupla Vista - Q. 45--)
  • G. Vista Espiritual ou Psíquica. Dupla Vista. Sonambulismo. Sonhos - Cap. XIV, 22 a 27
  • O.P. Causa e Natureza da Clarividência Sonambúlica. Explicação do Fenômeno da Lucidez – 1ª parte Emancipação da Alma – 1ª parte, 25 e 26, 28 a 30

46 - A VISTA ESPIRITUAL

  • L.E. O Sono e os Sonhos - Q. 400 a 412
  • Sonambulismo - Q. 425 a 438
  • Dupla Vista - Q. 447 a 454
  • Resumo Teórico do Sonambulismo, do Êxtase e da
  • Dupla Vista - Q. 455
  • G. Vista Espiritual ou Psíquica. Dupla Vista - Cap. XIV, 22 a 27
  • Dupla Vista: Entrada de Jesus em Jerusalém. Beijo de
  • Judas. Pesca Maravilhosa. Vocação de Pedro, André,
  • Tiago, João e Mateus - Cap. XV, 5 a 9
  • Tempestade Aplacada - Cap. XV, 45 e 46
  • O.P. A Segunda Vista. Conhecimento do Futuro. Previsões - 1ª parte

47 - A OBSESSÃO

  • L.E. Influência Oculta dos Espíritos em Nossos Pensamentos e Atos Q. 459 a 472
  • Possessos - Q. 473 a 480
  • Convulsionários - Q. 481 a 483
  • L.M. Obsessão Simples. Fascinação. Subjugação. Causas de
  • Obsessão. Meios de a Combater - Cap. XXIII, 237 a 254
  • E.S.E. Reconciliação com os Adversários - Cap. X, 5 e 6
  • Os Inimigos Desencarnados - Cap. XII, 5 e 6
  • Para Afastar os Maus Espíritos - Cap. XXVIII, 15 e 16
  • Para Pedir a Força de Resistir a uma Tentação - Cap. XXVIII, 20
  • Pelos Obsidiados - Cap. XXVIII, 81
  • G. Obsessões e Possessões - Cap. XIV, 45 a 49
  • Possessos - Cap. XV, 29 a 36
  • O.P. Da Obsessão e da Possessão - I!- parte
  • Questões e Problemas. As Expiações Coletivas – 1ª parte

48 - OS ESPÍRITOS PROTETORES

  • L.E. Afeição que os Espíritos Votam a Certas Pessoas - Q. 484 a 488
  • Anjos de Guarda. Espíritos Protetores, Familiares ou Simpáticos - Q. 489 a 521
  • Pressentimentos - Q. 522 a 524
  • E.S.E. Aos Anjos Guardiões e aos Espíritos Protetores - Cap. XXVIII, 11
  • Para pedir um Conselho - Cap. XXVIII, 24
  • Ação de Graças pela Vitória Alcançada sobre uma
  • Tentação - Cap. XXVIII, 22

49 - INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS EM NOSSOS PENSAMENTOS E ATOS

  • L.E. Faculdade que tem os Espíritos de Penetrar os nossos
  • Pensamentos Q. 456 a 458
  • Influência dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q 459 a 472
  • E.S.E. Pecado por Pensamentos. Adultério - Cap. VIII, 5 a 7
  • Reconciliação com os Adversários - Cap. X, 5 e 6
  • Os Inimigos Desencarnados - Cap. XII, 5 e 6
  • Para pedir a força de resistir a uma tentação ~ Cap. XXVIII, 20
  • Para Afastar os Maus Espíritos - Cap. XXVIII, 15 e 16
  • G. Tentação de Jesus - Cap. XV, 52 e 53

50 - INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS NOS ACONTECIMENTOS DA VIDA

  • L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos Q 459 a 472
  • Pressentimentos - Q. 522 a 524 influência dos Espíritos nos Acontecimentos da Vida - Q. 525 a 535
  • E.S.E. Ação de Graças por um Favor Obtido - Cap. XXVIII, 28

51 - AÇÃO DOS ESPÍRITOS NOS FENÔMENOS DA NATUREZA

  • L.E, Ação dos Espíritos nos Fenômenos da Natureza - Q. 536 a 540
  • G. Tempestade Aplacada - Cap. XV, 45 e 46

52 - OS ESPÍRITOS DURANTE OS COMBATES

  • L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459 a 472
  • Guerras - Q. 742 a 745
  • Os Espíritos Durante os Combates - Q. 541 a 548
  • Ensaio Teórico da Sensação nos Espíritos - Q. 257
  • Sacrifícios - 671
  • E.S.E. Sacrifício da Própria Vida - Cap. V, 29

53 - CONSIDERAÇÕES SOBRE A MEDIUNIDADE

  • L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459 a 472
  • Introdução IV
  • L.M. Sobre os Médiuns - 2ª parte, Cap. XXXI, itens X a XV e XXI
  • Vocabulário Espírita - Cap. XXXII
  • E.S.E. Não são os que Gozam de Saúde que Precisam de Médico - Cap. XXIV, 11 e 12
  • Mediunidade Gratuita - Cap. XXVI, 7 a 10
  • Para os Médiuns - Cap. XXVIII, 8 e 9
  • C.I. Da Proibição de Evocar os Mortos - Cap. XI, 8 a 15
  • G. Manifestações Físicas - Mediunidade - Cap. XIV, 40 a 44
  • Superioridade da Natureza de Jesus - Cap. XV, 1 e 2

54 - VARIEDADE E TIPOS DE MÉDIUNS

  • L.E. Influência Oculta dos Espíritos em Nossos Pensamentos e Atos - Q. 459 a 472
  • Introdução IV
  • L.M. Dos Médiuns - Cap. XIV, 159 a 177
  • Dos Médiuns Escreventes ou Psicógrafos - Cap. XV, 178 a 184
  • Dos Médiuns Especiais - Cap. XVI, 185 a 199
  • Sobre os Médiuns - Cap. XXXI, itens XI e XII
  • Vocabulário Espírita - Cap. XXXII
  • E.S.E. Não são os que Gozam da Saúde que Precisam de Médico - Cap. XXIV, 11 e 12
  • Para os Médiuns - Cap. XXVIII, 8 e 9
  • O.P. Caráter e Conseqüências Religiosas das Manifestações dos Espíritos.
  • Dos Médiuns – 1ª parte, § 611 itens 33 a 55

55 - O DESENVOLVIMENTO DA MEDIUNIDADE

  • L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459 a 472
  • Introdução IV, XII e XV
  • L.M. Desenvolvimento da Mediunidade, Cap. XVII, 200 a 218
  • Mudança de Caligrafia - Cap. XVII, 219
  • Perda e Suspensão da Mediunidade - Cap. XVII, 220
  • Dos Inconvenientes e Perigos da Mediunidade - Cap. XVIII, 221 e 222
  • Sobre os Médiuns - Cap. XXXI, itens X, XII, XIII, XIV, XV
  • Vocabulário Espírita - Cap. XXXII
  • E.S.E. Não são os que Gozam de Saúde que Precisam de Médico - Cap. XXIV, 11 e 12
  • Mediunidade Gratuita - Cap. XXVI, 7 a 10
  • Para os Médiuns - Cap. XXVIII, 8 e 9

56 - O PAPEL DO MÉDIUM NAS COMUNICAÇÕES ESPÍRITAS

  • L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos pensamentos e Atos - Q. 459 a 472
  • Introdução IV
  • L.M. Do papel dos Médiuns nas Comunicações Espíritas Cap. XIX, 223 a 225
  • Da Influência Moral do Médium - Cap. XX, 226 a 230
  • Da Influência do Meio - Cap. XXI, 231 a 233
  • Sobre as Sociedades Espíritas - Cap. XXXI, itens XXII, XXIII, XIV e XXV
  • Médiuns Interesseiros - 2ª parte, Cap. XXVIII, 304 a 313
  • Fraudes Espíritas - 2~ parte, Cap. XXVIII, 314 a 323
  • E.S.E. Não são os que gozam de saúde que precisam de médico - Cap. XXIV, 11 e 12
  • Para os Médiuns - Cap. XXVIII, 8 e 9
  • G. Manifestações Físicas. Mediunidade - Cap. XIV, 40 a 44

57 - AS BÊNÇÃOS E AS MALDIÇÕES

  • L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos Q. 459 a 472
  • Pactos - Q. 549 e 550
  • Poder Oculto. Talismãs. Feiticeiros - Q. 551 a 556
  • Bênçãos e Maldições - Q. 557
  • L.M. Dos Médiuns - Cap. XIV, 1591
  • Do Maravilhoso e do Sobrenatural – 1ª parte - Cap. II, 7 a 17
  • Médiuns Curadores - Cap. XIV, 175 e 176
  • E.S.E. Dai Gratuitamente o que Gratuitamente Recebeste: Dom de Curar - Cap. XXVI, 1 e 2
  • Preces Pagas - Cap. XXVI, 3 e 4
  • Mercadores Expulsos do Templo - Cap. XXVI, 5 e 6
  • G. Curas - Cap. XIV, 31 a 34
  • O.P. A Segunda Vista. Conhecimento do Futuro. Previsões - 1ª parte

58 - O DOM DE CURAR

  • L.E. Poder Oculto. Talismã. Feiticeiros - Q. 555 e 556
  • L.M. Médiuns Curadores - Cap. XIV, 175 e 176
  • Do Maravilhoso e do Sobrenatural - 1? parte, Cap. II, 7 a 17
  • Dom de Curar - Cap. XXVI, 1 e 2
  • Mediunidade Gratuita - Cap. XXVI, 7 a 10
  • Curas - Cap. XIV, 31 a 34
  • Curas - Cap. XV, 10 a 28

59 - O MARAVILHOSO E O SOBRENATURAL

  • L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459
  • Conclusão II
  • L.M. Do Maravilhoso e do Sobrenatural – 1ª parte, Cap. 11, 7 a 17
  • C.I. Intervenção dos Demônios nas Modernas Manifestações – 1ª parte, Cap. X, 1 a 19
  • G. Os Milagres no Sentido Teológico - Cap. XIII, 1 a 3
  • O Espiritismo não faz milagres - Cap. XIII, 4 a 14
  • Faz Deus Milagres? - Cap. XIII, 15 a 17
  • O Sobrenatural e as Religiões - Cap. XIII, 18 e 19
  • Prodígios por ocasião da Morte de Jesus - Cap. XV, 54 e 55
  • Bodas de Caná - A Multiplicação dos Pães –
  • O Fermento dos Fariseus - O Pão do Céu - Cap. XV, 47 a 51
  • O.P. Caráter e Conseqüências Religiosas das Manifestações dos Espíritos – 1ª parte
  • Os Milagres provam a Divindade do Cristo? – 1ª parte

60 - AS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS

  • L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459
  • Introdução III a V e IX
  • L.M. Da Ação dos Espíritos sobre a Matéria – 2ª parte, Cap.I, 52 a 59
  • Das Manifestações Físicas. Das Mesas Girantes – 2ª parte, Cap. 11, 60 a 64
  • Das Manifestações Inteligentes – 2ª0 parte, Cap. III, 65 a 71
  • Da Teoria das Manifestações Físicas – 2ª parte, Cap. IV, 72 a 81
  • Das Manifestações Físicas Espontâneas – 2ª parte, Cap. V, 82 a 95
  • Fenômeno de Transporte – 2ª parte, Cap. V, 96 a 99
  • Dissertações Espíritas - Cap. XXXI, item XVII
  • Vocabulário Espírita - Cap. XXXII
  • Manifestações Físicas - Mediunidade - Cap. XIV, 40 a 44

61 - CONSIDERAÇÕES SOBRE AS MANIFESTAÇÕES INTELIGENTES

  • L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459
  • Introdução III a V
  • L.M. Das Manifestações Inteligentes – 2ª parte, Cap. III, 65 a 71
  • Da Sematologia e da Tiptologia – 2ª parte, Cap. XI, 139 a 145
  • Da Pneumatografia ou Escrita Direta. Da Pneumatofonia – 2ª parte, Cap. XII, 146 a 151
  • Da Psicografia – 2ª parte, Cap. XIII, 152 a 158
  • Vocabulário Espírita - Cap. XXXII
  • Manifestações Físicas. Mediunidade - Cap. XIV, 40 a 44

62 - AS MANIFESTAÇÕES VISUAIS

  • L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q 459
  • L.M. Das Manifestações Visuais – 2ª parte, Cap. VI, 100
  • Ensaio Teórico sobre as Aparições – 2ª parte, Cap. VI, 101 a 110
  • Teoria da Alucinação – 2ª. parte, Cap. VI, III a 113
  • Da Bicorporeidade e da Transfiguração – 2ª parte, Cap. VII, 114 a 125
  • Vocabulário Espírita - Cap. XXXII
  • G. Aparições e Transfigurações - Cap. XIV, 35 a 39
  • Estrelas dos Magos - Cap. XV, 4
  • Jesus Caminha sobre a Água - Cap. XV, 41 e 42
  • Transfiguração - Cap. XV, 43 e 44
  • Aparição de Jesus, após sua Morte - Cap. XV, 56 a 63
  • O.P. Manifestações Visuais - 1ª parte, 11, 16 a 21
  • Transfiguração, Invisibilidade - 1ª parte, III, 22 e 23
  • Aparição de Pessoas Vivas - Bicorporeidade - 1ª parte, V
  • Dos Homens Duplos e das Aparições de Pessoas Vivas –1ª parte

63 - OS LUGARES ASSOMBRADOS

  • L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459
  • Poder Oculto. Talismãs. Feiticeiros - Q. 555 (nota)
  • Bênçãos e Maldições - Q. 557
  • L.M. Das Manifestações Físicas Espontâneas – 2ª parte, Cap. V, 82 a 95
  • Fenômeno de Transporte – 2ª parte, Cap. V, 96 a 99
  • Dos Lugares Assombrados – 2ª parte, Cap. lX, 132
  • Vocabulário Espírita - Cap. XXXII

64 - AS OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS

  • L.E. Das Ocupações e Missões dos Espíritos - Q. 558 a 584
  • L.M. Perguntas sobre as Invenções e Descobertas – 2ª parte, Cap. XXVI, 294
  • Dissertações Espíritas - 2' parte, Cap. XXXI, itens VI a VIII

65 - OS TRABALHADORES DA ÚLTIMA HORA

  • L.E. Das Ocupações e Missões dos Espíritos - Q. 558 a 584
  • L.M. Dissertações Espíritas - 2' parte, Cap. XXXI, itens VI a VIII
  • E.S.E. Os Trabalhadores da última Hora - Cap. XX, I
  • Os últimos serão os Primeiros - Cap. XX, 2 e 3
  • Missão dos Espíritas - Cap. XX, 4
  • Os Obreiros do Senhor - Cap. XX, 5
  • Não Vades Ter com os Gentios - Cap. XXIV, 8 a 10

66 - CONHECE-SE A ÁRVORE PELO FRUTO

  • L.E. Das Ocupações e Missões dos Espíritos - Q. 558 a 584
  • Conhecimento da Lei Natural - Q. 622 e 624
  • L.M. Dissertações Espíritas - Cap. XXXI, itens XI e XXVIII
  • E.S.E. Conhece-se a Árvore pelo Fruto - Cap. XXI, 1 a 3
  • Missão dos Profetas - Cap. XXII, 4
  • Prodígio dos Falsos Profetas - Cap. XXI, 5
  • Não Creais em todos os Espíritos - Cap. XXI, 6 e 7
  • Os Falsos Profetas - Cap. XXI, 8
  • Caracteres do Verdadeiro Profeta - Cap. XXI, 9
  • Os Falsos Profetas da Erraticidade - Cap. XXI, 10
  • Jeremias e os Falsos Profetas - Cap. XXI, 11
  • G. Ninguém é Profeta em sua Terra - Cap. XVII, 1 e 2
  • Vossos Filhos e Vossas Filhas Profetizarão - Cap. XV 11, 59 a 61

67 - OS TRÊS REINOS DA NATUREZA

  • L.E. Os Minerais e as Plantas - Q. 585 a 591
  • Os Animais e o Homem - Q. 592 a 610
  • Metempsicose - Q. 611 a 613
  • Seres Orgânicos e Inorgânicos - Q. 60 a 67
  • A Vida e a Morte - Q. 68 a 70
  • Inteligência e Instinto - Q. 71 a 75
  • L.M. Da Mediunidade nos Animais - 2ª parte, Cap. XXII, 234 a 236
  • Evocação dos Animais - 2ª parte, Cap. XXV, 283
  • G. Escala dos Seres Orgânicos - Cap. X, 24 e 25
  • O Homem Corpóreo - Cap. X, 26 a 30

68 - O CONHECIMENTO DA LEI DIVINA

  • L.E. Caracteres da Lei Natural - Q. 614 a 618
  • Conhecimento da Lei Natural - Q. 619 a 628
  • O Bem e o Mal - Q. 629 a 646
  • Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648
  • E.S.E. As Três Revelações: Moisés, Cristo e Espiritismo - Cap. I, 1 a 7
  • A Nova Era - Cap. 1, 9 a 11
  • G. Parábola dos Vinhateiros Homicidas - Cap. XVII, 29 e 30

69 - O BEM E O MAL

  • L.E. O Bem e o Mal - Q. 629 a 646
  • Divisão da Lei Natural - Q. 647
  • E.S.E. O Mal e o Remédio - Cap. V, 19
  • Se Fosse um Homem de Bem, Teria Morrido - Cap. V, 22
  • Origem do Bem e do Mal - Cap. III, 1 a 10

70 - PRECURSORES DA IDÉIA CRISTÃ E DO ESPIRITISMO

  • L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 619 a 628
  • E.S.E. Sócrates e Platão, Precursores da Idéia Cristã e do
  • Espiritismo - Introdução IV
  • As Três Revelações: Moisés, Cristo e Espiritismo - Cap.I, 1 a 7
  • A Nova Era - Cap. 1, 9 a 11

71 - ALIANÇA DA CIÊNCIA E DA RELIGIÃO

  • L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 619, 622, 623, 626 e 628
  • E.S.E. Aliança da Ciência e da Religião - Cap. 1, 8
  • Dar-se-á ao que tem - Cap. XVIII, 13 a 15
  • G. Papel da Ciência na Gênese - Cap. IV, 1 a 17
  • Um só Rebanho e um só Pastor - Cap. XVII, 31 e 32

72 - O CONSOLADOR PROMETIDO

  • L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 619 a 628
  • L.M. Dissertações Espíritas - Cap. XXXI, IX
  • E.S.E. O Jugo Leve - Cap. VI, 1 e 2
  • Consolador Prometido. O Advento do Espírito da Verdade - Cap. VI, 3 a 8
  • Prefácio
  • As Três Revelações: Moisés, Cristo e Espiritismo - Cap.I, 1 a 7
  • A Nova Era - Cap. 1, 9 a 11
  • Parábola do Festim de Bodas - Cap. XVIII, 1 e 2
  • G. Anunciação do Consolador - Cap. XVII, 35 a 42
  • Segundo Advento do Cristo - Cap. XVII, 43 a 46

73 - JESUS - GUIA E MODELO DA HUMANIDADE

  • L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 624 e 625
  • E.S.E. A Realeza de Jesus - Cap. II, 4
  • Uma Realeza Terrestre - Cap. 11, 8
  • Candeia sob o Alqueire. Por que fala Jesus por Parábolas - Cap. XXIV, 1 a 7
  • G. Superioridade da Natureza de Jesus - Cap. XV, 1 e 2
  • Desaparecimento do Corpo de Jesus - Cap. XV, 64 a 67
  • Aparecimento de Jesus, após sua Morte - Cap. XV, 56 a 63
  • O.P. Estudo sobre a Natureza de Cristo: Fontes das Provas sobre a Natureza do Cristo.
  • Os Milagres provam a Divindade do Cristo?
  • As Palavras de Jesus provam a sua Divindade?
  • Palavras de Jesus depois de sua Morte.
  • Dupla Natureza de Jesus. Opinião dos Apóstolos.
  • Predição dos Profetas com Relação a Jesus. O Verbo se fêz Carne.
  • O Filho de Deus e o Filho do Homem –1ª parte.

74 - JESUS E AS PARÁBOLAS EVANGÉLICAS

  • L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 625 a 628
  • E.S.E. Dar-se-á ao que tem - Cap. XVIII, 13 a 15
  • Candeia sob o Alqueire. Por que fala Jesus por Parábolas - XXIV, 1 a 7
  • Parábola dos Trabalhadores da última Hora - Cap. XX, 1
  • Os últimos Serão os Primeiros - Cap. XX, 2 e 3
  • Parábola do Festim de Bodas - Cap. XVIII, 1 e 2
  • Parábola dos Credores e Devedores - Cap. XI, 3 e 4
  • Parábola do Bom Samaritano - Cap. XV, 1 a 3
  • Parábola dos Talentos - Cap. XVI, 6
  • Parábola do Mau Rico - Cap. XVI, 5
  • Parábola da Figueira que Secou - Cap. XIX, 8 a 10
  • Parábola do Semeador - Cap. XVII, 5 e 6
  • Notícias Históricas - Introdução III
  • Parábola dos Vinhateiros Homicidas - Cap. XVII, 29 e 30

75 - A PRECE

  • L.E. Caracteres da Lei Natural - Q. 614 a 618
  • Conhecimento da Lei Natural - Q. 619 a 628
  • A Prece - Q. 658 a 666
  • E.S.E. Qualidades da Prece - Cap. XXVII, 1 a 4
  • Eficácia da Prece - Cap. XXVII, 5 a 8
  • Ação da Prece. Transmissão do Pensamento - Cap. XXVII, 9 a 15
  • Preces Inteligíveis - Cap. XXVII, 16 e 17
  • Da Prece pelos Mortos e pelos Espíritos Sofredores - Cap. XXVII, 18 a 21
  • Maneira de Orar - Cap. XXVII, 22
  • Felicidade que a Prece Proporciona - Cap. XXVII, 23
  • Coletânea de Preces Espíritas - Cap. XXVIII, 1
  • Oração Dominical - Cap. XXVIII, 2 e 3
  • Perdoai para que Deus vos Perdoe - Cap. X, 1 a 4
  • Pelas. Almas Sofredoras que Pedem Prece - Cap. XXVIII, 64

76 - A LEI DE ADORAÇÃO

  • L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648
  • Objetivo da Adoração - Q. 649 a 652
  • Adoração Exterior - Q. 653 a 656
  • Vida Contemplativa - Q. 657
  • A Prece - Q.658 a 666
  • Politeísmo - Q. 667 e 668
  • Sacrifícios - Q. 669 a 673
  • Casamento e Celibato - Q. 699
  • E.S.E. Qualidades da Prece - Cap. XXV11, 1 a 4
  • Maneira de Orar - Cap. XXVII, 22
  • O Sacrifício mais Agradável a Deus - Cap. X, 7 e 8

77 - BUSCAI E ACHAREIS

  • L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648
  • Necessidade do Trabalho - Q. 674 a 681
  • Limites do Trabalho. Repouso - Q. 682 a 685
  • E.S.E. Ajuda-te a ti Mesmo, que o Céu te Ajudará - Cap. XXV, 1 a 5
  • Observai os Pássaros do Céu - Cap. XXV, 6 a 8
  • Não vos Afatigueis pela Posse do Ouro - Cap. XXV, 9 a 11

78 - A LEI DE REPRODUÇÃO

  • L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648
  • População do Globo - 686 e 687
  • Sucessão e Aperfeiçoamento das Raças - Q. 688 a 692
  • Obstáculos à Reprodução - Cap. Q. 693 e 694
  • Casamento e Celibato - Q. 695 a 699
  • Poligamia - Q. 700 e 701
  • C. Formação Primária dos Seres Vivos - Cap. X, 1 a 15
  • O.P. Teoria da Beleza - 1ª parte

79 - O ABORTO E SUAS CONSEQÜÊNCIAS

  • L.E. População do Globo - Q. 686 e 687
  • Obstáculos à Reprodução - Q. 693 e 694
  • União da Alma e do Corpo - Q. 357 a 360

80 - CASAMENTO E DIVÓRCIO

  • L.E. Casamento e Celibato - Q. 695 a 699
  • Poligamia - Q. 700 e 701
  • Laços de Família - Q. 775
  • Igualdade dos Direitos do Homem e da Mulher - Q. 817 a 822
  • E.S.E. Indissolubilidade do Casamento. O Divórcio - Cap. XXII, 1 a 5

81 - A LEI DE CONSERVAÇÃO

  • L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648
  • Instinto de Conservação - Q. 702 e 703
  • Meios de Conservação - Q. 704 a 710
  • Gozo dos Bens Terrenos - Q. 711 a 714
  • Necessário e Supérfluo - Q. 715 a 717
  • Privações Voluntárias. Mortificações - Q. 718 a 727
  • E.S.E. Observai os Pássaros do Céu - Cap. XXV, 6 a 8
  • Não vos Afatigueis pela Posse do Ouro - Cap. XXV, 9 a 11

82 - O NECESSÁRIO E O SUPÉRFLUO

  • L.E. Gozo dos Bens Terrenos - Q. 711 a 714
  • Necessário e Supérfluo - Q. 715 a 717
  • Direito de Propriedade. Roubo - Q. 883
  • E.S.E. A Verdadeira Propriedade - Cap. XVI, 9 e 10
  • Transmissão da Riqueza - Cap. XVI, 15

83 - OS SOFRIMENTOS VOLUNTÁRIOS

  • L.E. Privações Voluntárias. Mortificações - Q. 718 a 727
  • E.S.E. Os Tormentos Voluntários - Cap. V, 23
  • Provas Voluntárias. O Verdadeiro Cilício - Cap. V, 26
  • Proveito dos Sofrimentos para Outrem - Cap. V, 31

84 - A DESTRUIÇÃO NECESSÁRIA E A ABUSIVA

  • L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648
  • Destruição Necessária e Destruição Abusiva - Q. 728 a 736
  • Flagelos Destruidores - Q. 737 a 741
  • Guerras - Q. 742 a 745
  • Assassínio - Q. 746 a 751
  • Crueldade - Q. 752 a 756
  • Duelo - Q. 757 a 759
  • Pena de Morte - Q. 760 a 765
  • E.S.E. Se Alguém vos Bater na Face Direita, Apresentai-lhe também a Outra - Cap. XII, 7 e 8
  • A Vingança - Cap. XII, 9
  • O Duelo - Cap. XII, 11 a 16
  • G. Destruição dos Seres Uns pelos Outros - Cap. III, 20 a 24

85 - AS EXPIAÇÕES COLETIVAS

  • L.E. Flagelos Destruidores - Q. 737 a 741
  • Guerras - Q. 742 a 745
  • E.S.E. Causas Anteriores das Aflições - Cap. V, 6 a 10
  • G. A Geração Nova - Cap. XVIII, 32 a 35
  • O.P. Questões e Problemas. As Expiações Coletivas – 1a. parte.

86 - A NECESSIDADE DA VIDA SOCIAL

  • L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648
  • Necessidade da Vida Social - Q. 766 a 768
  • Vida de Insulamento. Voto de Silêncio - Q. 769 a 772
  • Laços de Família - Q. 773 a 775
  • E.S.E. o Homem no Mundo - Cap. XVII, 10
  • A Ingratidão dos Filhos e os Laços de Família - Cap. XIV, 9

87 - A INFÂNCIA DA HUMANIDADE

  • L.E. Estado de Natureza - Q. 776 a 778
  • Caracteres da Lei Natural - Q. 614 a 618
  • O Bem e o Mal - Q. 629 a 646
  • Progressão dos Espíritos - Q. 114, 115, 118 a 120, 122 e 127
  • E.S.E. Mundos de Expiações e Provas - Cap. III, 14

88 - A MARCHA DO PROGRESSO

  • L.E. Marcha do Progresso - Q. 779 a 785
  • Progressão dos Espíritos - Q. 114 a 127
  • L.M. Perguntas sobre os Outros Mundos - 2ª parte - Cap. XXVI, 296
  • E.S.E. Progressão dos Mundos - Cap. III, 19
  • Diferentes Categorias dos Mundos Habitados - Cap. III, 3 a 5
  • Destinação da Terra. Causas das Misérias Humanas -.Cap. III, 6 e 7
  • Mundos Inferiores e Mundos Superiores - Cap. III, 8 a 12
  • Mundos de Expiação e de Provas - Cap. III, 13 a 15
  • Mundos Regeneradores - Cap. III, 16 a 18
  • A Melancolia - Cap. V, 25 ,
  • G. Sinais dos Tempos - Cap. XVIII, 1 a 26
  • A Geração Nova - Cap. XVIII, 27 a 35
  • O.P. Liberdade, Igualdade e Fraternidade - 1 ' parte

89 - AS CIVILIZAÇÕES

  • L.E. Sucessão e Aperfeiçoamento das Raças - Q. 688 a 692
  • Povos Degenerados - Q. 786 a 789
  • Civilização - Q. 790 a 793
  • G. Sinais dos Tempos - Cap. XVIII, 1 a 26

90 - O PROGRESSO DA LEGISLAÇÃO HUMANA

  • L.E. Progresso da Legislação Humana - Q. 794 a 797
  • Caracteres da Lei Natural - Q. 614 a 618
  • Conhecimento da Lei Natural - Q. 619 a 628
  • Divisão da Lei Natural - Q. 648
  • Igualdade dos Direitos do Homem e da Mulher - Q. 818 e 822
  • Justiça e Direitos Naturais - Q. 874 a 876
  • E.S.E. Moisés - Cap. I, 2
  • O Cristo - Cap. 1, 3
  • O Espiritismo - Cap. 1, 6 e 7
  • O.P. Liberdade, Igualdade e Fraternidade - I! parte

91 - A LEI DE IGUALDADE

  • L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 648
  • Igualdade Natural - Q. 803
  • Desigualdade das Aptidões - Q. 804 e 805
  • Desigualdades Sociais - Q. 806 e 807
  • Desigualdade das Riquezas - Q. 808 a 813
  • Igualdades de Direito do Homem e da Mulher - Q. 817 a 822
  • Igualdade Perante o Túmulo - Q. 823 e 824
  • E.S.E. A Felicidade não é deste Mundo - Cap. V, 20

92 - AS PROVAS DE RIQUEZA E DE MISÉRIA

  • L.E. Desigualdade das Riquezas - Q. 808 a 813
  • As Provas de Riqueza e de Miséria - Q. 814 a 816
  • E.S.E. A Felicidade não é deste Mundo - Cap. V, 20
  • Salvação dos Ricos - Cap. XVI, 1 e 2
  • Jesus em Casa de Zaqueu - Cap. XVI, 4
  • Utilidade Providencial da Riqueza - Cap. XVI, 7
  • Desigualdade das Riquezas - Cap. XVI, 8
  • Transmissão da Riqueza - Cap. XVI, 15
  • Parábola do Mau Rico - Cap. XVI, 5
  • Preservar-se da Avareza - Cap. XVI, 3
  • Emprego da Riqueza - Cap. XVI, 11 a 13
  • Desprendimento dos Bens Terrenos - Cap. XVI, 14
  • Parábola dos Talentos - Cap. XVI, 6

93 - OS DIREITOS DO HOMEM E DA MULHER

  • L.E. Igualdade Natural - Q. 803
  • Igualdade de Direitos do Homem e da Mulher - Q. 817 a 822
  • G. Os Seis Dias - Cap. XII, 11

94 - A LIBERDADE E O HOMEM

  • L..E. Divisão da Lei Natural - Q. 648
  • Liberdade Natural - Q. 825 a 828
  • Escravidão - Q. 829 a 832
  • Liberdade de Pensar - Q. 833 e 834
  • Liberdade de Consciência - Q. 835 a 842
  • Livre Arbítrio - Q. 843 a 850
  • E.S.E. Muito se Pedirá àquele que muito Recebeu - Cap. XVIII, 10 a 12

95 - LIVRE ARBÍTRIO E FATALIDADE

  • L.E. Livre Arbítrio - Q. 843 a 850
  • Fatalidade - Q. 851 a 867
  • Resumo Teórico do Móvel das Ações Humanas - Q. 872
  • E.S.E. Num Perigo Iminente - Cap. XXVIII, 34
  • Ação de Graças por Haver Escapado a um Perigo - Cap. XXVIII, 36

96 - O CONHECIMENTO DO FUTURO

  • L.E. Conhecimento do Futuro - Q. 868 a 871
  • L.M. Perguntas sobre o Futuro - 2ª parte - Cap. XXVI, 289
  • Médiuns de Pressentimento - Cap. XV, 184
  • G. Teoria da Presciência - Cap. XVI, 1 a 18
  • Cidades Impenitentes - Cap. XVII, 14
  • Morte e Paixão de Jesus - Cap. XVII, 3 a 9
  • Perseguição dos Apóstolos - Cap. XVII, 10 a 13
  • Ruína do Templo e de Jerusalém - Cap. XVI-1, 15 a 21
  • Minhas Palavras não Passarão - Cap. XVI 1, 24 a 26
  • A Pedra Angular - Cap. XV11, 27 e 28
  • O.P. A Segunda Vista. Conhecimento do Futuro. Previsões – 2ª parte

97 - A JUSTIÇA E OS DIREITOS

  • L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 648
  • Justiça e Direitos Naturais - Q. 873 a 879
  • E.S.E. O Mandamento Maior. Fazer aos Outros o que
  • Queiramos que os outros nos Façam. Parábola dos
  • Credores e dos Devedores - Cap. X1, 1 a 4
  • Dai a César o que é de César - Cap. X1, 5 a 7

98 - A VERDADEIRA PROPRIEDADE

  • L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 648
  • Direito de Propriedade. Roubo - Q. 880 a 885
  • L.M. Perguntas sobre Tesouros Ocultos – 2ª parte, Cap. XXVI, 295
  • E.S.E. A Verdadeira Propriedade - Cap. XVI, 9 e 10
  • Preservar-se da Avareza - Cap. XVI, 3
  • Desprendimento dos Bens Terrenos - Cap. XVI, 14
  • Parábola dos Talentos - Cap. XVI, 6
  • Emprego da Riqueza - Cap. XVI, 11 a 13

99 - A CARIDADE E O AMOR AO PRÓXIMO

  • L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 648
  • Caridade e Amor ao Próximo - Q. 886 a 889
  • E.S.E. Perdão das Ofensas - Cap. X, 14 e 15
  • A Lei de Amor - Cap. XI, 8 a 10
  • A Fé e a Caridade - Cap. X1, 13
  • Caridade para com os Criminosos - Cap. XI, 14
  • Retribuir o Mal com o Bem - Cap. XII, 1 a 4
  • O ódio - Cap. XII, 10
  • Por um inimigo que Morreu - Cap. XXVIII, 67
  • Ação de Graças por um Benefício Concedido a Outrem - Cap. XXVIII, 44
  • Pelos nossos Inimigos e pelos que nos querem mal - Cap. XXVIII, 46
  • Ação de Graças pelo Bem Concedido aos nossos Inimigos - Cap. XXVIII, 48
  • O de que precisa o Espírito para ser Salvo. Parábola do Bom Samaritano - Cap. XV, 1 a 3
  • O Mandamento Maior - Cap. XV, 4 e 5
  • Por um Inimigo - Cap. XXVIII, 69
  • Dever-se-á por Termo às Provas do Próximo? - Cap. V, 27

100 - O AMOR MATERNO E 0 FILIAL

  • L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 648
  • Amor Materno e Filial - Q. 890 a 892
  • E.S.E. Honrai o Vosso Pai e Vossa Mãe - Cap. XIV, 1 e 2
  • Piedade Filial - Cap. XIV, 3 e 4
  • A Ingratidão dos Filhos e os Laços de Família - Cap. XIV, 9
  • A Parentela Corporal e a Parentela Espiritual - Cap. XIV, 8
  • Quem é minha Mãe e quem são meus Irmãos? - Cap. XIV, 5 a 7
  • Odiar os Pais - Cap. XXIII, 1 a 3
  • Abandonar Pai, Mãe e Filhos - Cap. XXIII, 4 a 6
  • Deixar aos Mortos o Cuidado de Enterrar seus Mortos - Cap. XXIII, 7 e 8

101 - A CARIDADE MATERIAL E A CARIDADE MORAL

  • L.E. Caridade e Amor ao Próximo - Q. 886 a 888
  • E.S.E. Fazer o Bem sem Ostentação - Cap. XIII, 1 a 3
  • Os Infortúnios Ocultos - Cap. XIII, 4
  • O óbulo da Viúva - Cap. XIII, 5 e 6
  • Convidar os Pobres e Estropiados. Dar sem esperar
  • Retribuição - Cap. XIII, 7 e 8
  • A Caridade Material e a Caridade Moral - Cap. XIII, 9 e 10
  • A Beneficência - Cap. XIII, 11 a 16
  • A Piedade - Cap. XIII, 17 Os órfãos - Cap. XIII, 18
  • Benefícios Pagos com a Ingratidão - Cap. XIII, 19
  • Beneficência Exclusiva - Cap. XIII, 20
  • Por Alguém que esteja em Aflição - Cap. XXVIII, 42

102 - FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO

  • L.E. Justiça e Direitos Naturais - Q. 873 a 879
  • Caridade e Amor ao Próximo - Q. 886 a 889
  • E.S.E. O de que precisa o Espírito para ser Salvo. Parábola do Bom Samaritano - Cap. XV, 1 a 3
  • O Mandamento Maior - Cap. XV, 4 e 5
  • Necessidade da Caridade Segundo São Paulo - Cap. XV, 6 e 7
  • Fora da Igreja não há Salvação. Fora da Verdade não há Salvação - Cap. XV, 8 e 9
  • Fora da Caridade não há Salvação - Cap. XV, 10

103 - AS VIRTUDES E OS VÍCIOS

  • L.E. As Virtudes e os Vícios - Q. 893 a 906
  • Paixões - Q. 907 a 912
  • E.S.E. O Orgulho e a Humildade - Cap. VII, 11 e 12
  • Injúrias e Violências - Cap. IX, 1 a 5
  • A Afabilidade e a Doçura - Cap. lX, 6
  • A Paciência - Cap. lX, 7 Obediência e Resignação - Cap. lX, 8
  • A Cólera - Cap. lX, 9. e 10
  • A Indulgência - Cap. X, 16 a 18
  • É Permitido Repreender os Outros, Notar as Imperfeições de Outrem, Divulgar o Mal de
  • Outrem? - Cap. X, 19 a 21
  • A Virtude - Cap. XVII, 8
  • Para pedir Corrigenda de um Defeito - Cap. YXVIII, 18
  • O Argueiro e a Trave no Olho – Cap. X, 9 e 10
  • Não Julgueis, para não serdes Julgados. Atire a Primeira pedra aquele que Estiver sem
  • Pecado - Cap. X, 11 a 13
  • Bem Aventurados os que têm Fechados os Olhos - Cap. VIII, 20 e 21

104 - AS PAIXÕES HUMANAS

  • L.E. As Virtudes e os Vícios - Q. 893 a 906
  • Paixões - Q. 907 a 912
  • E.S.E. A Porta Estreita - Cap. XVIII, 3 a 5
  • Para Pedir a Corrigenda de um Defeito - Cap. XXVIII, 18
  • A Cólera - Cap. lX, 9 e 10
  • O Argueiro e a Trave no Olho - Cap. X, 9 e 10
  • Escândalos. Se a Vossa Mão é Motivo de Escândalo,
  • Cortai-a - Cap. VIII, 11 a 17
  • C.I. A Carne é Fraca - 1ª parte - Cap. VII

105 - O EGOÍSMO NA HUMANIDADE

  • L.E. O Egoísmo - Q. 913 a 917
  • E.S.E. O Egoísmo - Cap. XI, 11 e 12
  • O.P. O Egoísmo e o Orgulho - 1ª parte

106 - CARACTERES DO HOMEM DE BEM

  • L.E. Caracteres do Homem de Bem - Q. 918
  • Conhecimento de Si Mesmo - Q. 919
  • E.S.E. Caracteres da Perfeição - Cap. XVII, 1 e 2
  • O Homem de Bem - Cap. XVII, 3
  • Os Bons Espíritas - Cap. XVII, 4
  • O Dever - Cap. XVII, 7
  • Os Superiores e os Inferiores - Cap. XVII, 9
  • Nem Todos os que Dizem: Senhor! Senhor! Entrarão no Reino dos Céus - Cap. XVIII, 6 a 9
  • Pelas suas Obras é que se Reconhece o Cristão - Cap. XVIII, 16

107 - APERFEIÇOAMENTO MORAL DO HOMEM

  • L.E. Caracteres do Homem de Bem - Q. 918
  • Conhecimento de Si Mesmo - Q. 919
  • E.S.E. O que se Deve Entender por Pobres de Espírito - Cap. VII, 1 e 2
  • Aquele que se Eleva será Rebaixado - Cap. VII, 3 a 6
  • Mistérios Ocultos aos Doutos e aos. Prudentes - Cap. VII, 7 a 10
  • Simplicidade e Pureza de Coração - Cap. VIII, 1 a 4
  • Verdadeira Pureza. Mãos Não Lavadas - Cap. VIII, 8 a 10

108 - O PODER DA FÉ

  • L.E. Adoração Exterior - Q. 653
  • Sacrifícios - Q. 669
  • As Virtudes e os Vícios - Q. 893
  • O Nada. Vida Futura - Q. 959
  • Natureza das Penas e Gozos Futuros - Q. 973 (nota) e 982
  • E.S.E. Poder da Fé - Cap. XIX, 1 a 5
  • A Fé Religiosa. Condição da fé Inabalável - Cap. XIX, 6 e 7
  • Parábola da Figueira que Secou - Cap. XIX, 8 a 10
  • A Fé: Mãe da Esperança e da Caridade - Cap. XIX, 11
  • A Fé Humana e a Fé Divina - Cap. XIX, 12
  • Coragem da Fé - Cap. XXIV, 13 a 16
  • Carregar sua Cruz. Quem Quiser Salvar a Vida, Perdê-la-á - Cap. XXIV, 17 a 19
  • G. Maldição contra os Fariseus - Cap. XVII, 22 e 23

109 - A FELICIDADE E A INFELICIDADE

  • L.E. Felicidade e Infelicidades Relativas - Q. 920 a 933
  • Perda dos Entes Queridos - Q. 934 a 936
  • Decepções. Ingratidão. Afeições Destruídas - Q. 937 e 938
  • Uniões Antipáticas - Q. 939 e 940
  • Temor da Morte - Q. 941 e 942
  • Desgosto da Vida. Suicídio - Q. 943 a 957
  • E.S.E. Bem-Aventurados os Aflitos - Cap. V, 1 e 2
  • Justiça das Aflições - Cap. V, 3
  • Causas Atuais das Aflições - Cap. V, 4 e 5
  • Causas Anteriores das Aflições - Cap. V, 6 a 10
  • A Felicidade não é deste mundo - Cap. V, 20
  • A Desgraça Real - Cap. V, 24
  • A Melancolia - Cap. V, 25
  • Nas Aflições da Vida - Cap. XXVIII, 26
  • O Jugo Leve - Cap. VI, 1 e 2

110 - CONSIDERAÇÕES SOBRE AS EVOCAÇÕES DOS ESPÍRITOS

  • L.E. Perda dos Entes Queridos - Q. 935 e 936
  • L.M. Das Evocações - Cap. XXV, 269 a 273
  • Das Perguntas que se pode fazer aos Espíritos -Cap. XXVI, 286 e 287
  • Espíritos que podem ser Evocados - Cap. XXV, 274 a 279
  • Linguagem de que se deve usar com os Espíritos -Cap. XXV, 280
  • Utilidades das Evocações Particulares - Cap. XXV, 281
  • Questões sobre as Evocações - Cap. XXV, 282
  • Evocação dos Animais - Cap. XXV, 283
  • Evocação das Pessoas Vivas - Cap. XXV, 284
  • Telegrafia Humana - Cap. XXV, 285
  • Perguntas Simpáticas ou Antipáticas aos Espíritos -Cap. XXVI, 288
  • Perguntas sobre o Futuro - Cap. XXVI, 289
  • Perguntas sobre as Existências Passadas e Futuras -Cap. XXVI, 290
  • Perguntas sobre os Interesses Morais e Materiais -Cap. XXVI,, 291
  • Questões sobre a Sorte dos Espíritos - Cap. XXVI, 292
  • Questões sobre a Saúde -Cap. XXVI, 293
  • Perguntas sobre as Invenções e Descobertas - Cap. XXVI, 294
  • Perguntas sobre Tesouros Ocultos - Cap. XXVI, 295
  • Perguntas sobre os outros Mundos - Cap. XXVI, 296

111 - O DESGOSTO DA VIDA

  • L.E. Desgosto da Vida. Suicídio - Q. 943 a 957
  • E.S.E. O Suicídio e a Loucura - Cap. V, 14 a 17
  • Será Lícito Abreviar a Vida de um Doente que Sofra sem Esperança de Cura? - Cap.. V, 28
  • Sacrifício da Própria Vida - Cap. V, 29 e 30
  • Deve-se Expor a Vida por um Malfeitor? - Cap. XI, 15
  • O Duelo - Cap. XII, 11 a 16
  • Por um Suicida - Cap. XXVIII, 71
  • C.I. Suicidas – 2a. parte, Cap. V

112 - O PORVIR E O NADA

  • L.E. O Nada. Vida Futura - Q. 958 e 959
  • E.S.E. A Vida Futura - Cap. 11, 1 a 3
  • O Ponto de Vista - Cap. 11, 5 a 7
  • C.I. O Porvir e o Nada – 1a. parte, Cap. I, 1 a 14
  • Causas do Temor da Morte - Porque os Espíritas não temem a Morte - Cap.II, 1 a 10
  • O.P. As Cinco Alternativas da Humanidade - 1ª parte
  • A Vida Futura – 1a. parte

113 - AS PENAS E OS GOZOS FUTUROS

  • L.E. Intuição das Penas e Gozos Futuros - Q. 960 a 962
  • Intervenção de Deus nas Penas e Recompensas - Q. 963 e 964
  • Natureza das Penas e Gozos Futuros - Q. 965 a 982
  • Ensaio Teórico da Sensação nos Espíritos - Q. 257
  • Penas Temporais - Q. 983 a 989
  • Duração das Penas Futuras - Q. 1003 a 1009
  • C.I. A Carne é Fraca. Princípios da Doutrina Espírita sobre
  • as Penas Futuras. Código Penal da Vida Futura - 1ª parte, Cap. VII
  • Espíritos Felizes – 2ª parte, Cap. II
  • Espíritos em Condição Mediana - 2ª parte - Cap. III,
  • Espíritos Sofredores – 2ª parte, Cap. IV

114 - A EXPIAÇÃO E O ARREPENDIMENTO

  • L.E. Expiação e Arrependimento - Q. 990 a 1002
  • Duração das Penas Futuras - Q. 1007
  • E.S.E. Bem-Aventurados os que têm Fechados os Olhos - Cap. VIII, 20 e 21
  • Pelos Espíritos Penitentes - Cap. XXVIII, 73
  • Pelos Espíritos Endurecidos - Cap. XXVIII, 75
  • C.I. Criminosos Arrependidos - 2ª parte, Cap. VI
  • Espíritos Endurecidos – 2ª parte, Cap. VII
  • Expiações Terrestres – 2ª parte, Cap. VIII

115 - DOUTRINA DAS PENAS ETERNAS

  • L.E. Duração das Penas Futuras - Q. 1003 a 1009
  • C.I. Origem da Doutrina das Penas Eternas – 1ª parte, Cap.VI, 1 a 9
  • Argumentos a Favor das Penas Eternas - 1 parte, Cap.VI, 10 a 17
  • Impossibilidade Material das Penas Eternas – 1ª parte, Cap VI, 18 a 21
  • A Doutrina das Penas Eternas fez sua Época – 1ª parte, Cap. VI, 22 a 24
  • Ezequiel Contra a Eternidade das Penas e o Pecado Original - 1ª parte, Cap. VI, 25

116 - RESSURREIÇÃO E REENCARNAÇÃO

  • L.E. Ressurreição da Carne - Q. 1010
  • Considerações sobre a Pluralidade das Existências - Q. 222
  • E.S.E. Ninguém Poderá ver o Reino de Deus se não Nascer de Novo - Cap. IV, 1 a 3
  • Ressurreição e Reencarnação - Cap. IV, 4 a 17
  • G. Catalepsia. Ressurreições - Cap. XIV, 29 e 30
  • Ressurreições: A Filha de Jairo. Filho da Viúva de Naim - Cap. XV, 37 a 40
  • Advento de Elias - Cap. XVII, 33 e 34
  • O.P. A Morte Espiritual - 1ª parte

117 - O CÉU SEGUNDO 0 ESPIRITISMO

  • L.E. Paraíso, Inferno e Purgatório - Q. 1011, 1015 a 1017, 1018
  • E.S.E. Meu Reino não é deste Mundo - Cap. II, 1
  • C.I. O Céu - 1ª parte, Cap. III, 1 a 18
  • G. Doutrina dos Anjos Decaídos e da Perda do Paraíso - Cap. XI, 43 a 49
  • Perda do Paraíso - Cap. XII, 13 a 26

118 - O PURGATÓRIO SEGUNDO O ESPIRITISMO

  • L.E. Paraíso, Inferno e Purgatório - Q. 1011 a 1014,1017 e 1018
  • E.S.E. Meu Reino não é Deste Mundo - Cap. II, 1
  • C.I. O Purgatório - 1ª parte, Cap. V, 1 a 10

119 - O INFERNO SEGUNDO O ESPIRITISMO

  • L.E. Paraíso, Inferno e Purgatório - Q. 1011, 1013, 1014, 1017, 1018
  • E.S.E. Meu Reino não é deste Mundo - Cap. II, 1
  • C.I. Intuição das Penas Futuras - 1ª parte - Cap. IV, 1 e 2
  • O Inferno Cristão imitado do Inferno Pagão – 1a. parte - Cap. IV, 3 a 7
  • Os Limbos - 11 parte, Cap. IV, 8
  • Quadro do Inferno Pagão – 1a. parte, Cap. IV, 9 e 10
  • Esboço do Inferno Cristão – 1a. parte, Cap. IV, 11 a 15
  • Ressurreição e Reencarnação - Cap. IV, 4 a 17
  • G. Catalepsia. Ressurreições - Cap. XIV, 29 e 30
  • Ressurreições: A Filha de Jairo. Filho da Viúva de Naim - Cap. XV, 37 a 40
  • Advento de Elias - Cap. XVII, 33 e 34
  • O.P. A Morte Espiritual – 1ª parte

120 - O JUÍZO FINAL

  • L.E. Paraíso, Inferno e Purgatório - Q. 1018
  • E.S.E. O de que Precisa o Espírito para ser Salvo. Parábola do Bom Samaritano - Cap. XV, 1 a 3
  • G. Sinais Precursores - Vossos Filhos e Vossas Filhas Profetizarão - Juízo Final - Cap. XVII, 47 a 67
  • Emigrações e Imigrações dos Espíritos - Cap. XI, 35 a 37
  • Doutrina dos Anjos Decaídos e da Perda do Paraíso - Cap. XI, 43 a 49

Publicado originalmente no: CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo