segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Jesus - Modelo e Guia





Por Leonardo Pereira*

"Vós me chamais de mestre e senhor,
e dizeis bem porque eu o sou" (João - 13:13).


     Jesus nunca aceitou nenhum titulo, a não ser o de mestre. Agia assim para nos orientar, fazendo-Se modelo e guia, convocando-nos sempre à reflexão, seja sobre nossa vida, seja sobre nossa destinação futura.

     De onde vim? Para aonde vou? O que estou fazendo aqui? São questões que permeiam o nosso dia-a-dia, e que Jesus, falando ao espírito ─ ao ser imortal, não ao homem temporal ─ respondeu há mais de dois mil anos, sabendo que tais lições seriam repetidas na necessidade didática da vida, nas oportunidades que cada um tem para evoluir.

     Mestre entre seu povo, o Cristo de Deus exemplificou cada palavra, vivenciou cada conselho e imortalizou cada ação, dividindo a História em ‘antes e depois’ Dele, inaugurando o reino de Deus na Terra, o Deus do amor e justiça, negando a Si mesmo o título de bom. Aos que o cercavam, dizia: “bom somente é o Pai que está no céu”, demonstrando, com tal assertiva, sua humildade e respeito ao Criador.

     Com elevada capacidade de síntese, ensinou a cada um de acordo com sua cultura e conhecimento. Aos homens do campo, ensinou sobre o trigo, o joio, as vinhas, a semeadura e a semente; aos que reclamavam dos pesados impostos, levou a reflexão precisa sobre o pagamento ou não dos tributos, chamando-os à atenção a respeito do rosto esculpido na moeda; aos doutores da lei, falou da caridade plena, humanizando as relações entre Judeus e Samaritanos, forçando um deles a responder, na belíssima Parábola do Samaritano, quem era o próximo daquele que estava caído.

     Chamado a julgar a adúltera, questionou prudentemente a turba que o cercava, suscitando nas consciências dos apedrejadores profunda meditação ─ “quem estiver sem pecado que atire a primeira pedra” ─, dizendo, em seguida, à “pecadora”: “Mulher, onde estão os que te condenavam? Se ninguém te condena, eu tampouco te condenarei, vai e não tornes a pecar”, redimensionando, desse modo, o valor da Mulher. Da mesma forma, valoriza a ação de Maria Madalena, quando esta cai de joelhos à sua frente e unge seus pés com óleo e lágrimas, secando-os com seus próprios cabelos, como se toda sua alma se revelasse naquele momento, dizendo: ”Senhor, eis aqui a pecadora, entrego a ti o que me é mais precioso: meu coração e minha vida.”

     Ao proferir a inesquecível sentença ─ “Deixai vir a mim os pequeninos porque deles é o reino dos céus” ─, chamando para o seu colo as crianças que os apóstolos queriam afastar, demonstra carinho e compreensão para com a nossa condição de ‘menores’ espirituais, e claramente nos convida a nos posicionar como aprendizes da vida ─ crianças do saber.

     Sensível às nossas súplicas, mesmo no meio da multidão, ouviu o pedido do cego Bartimeu e pergunta-lhe: “Que queres que te faça?”. Após a resposta do cego ─ “Mestre, que eu tenha vista.” ─, sentencia: “Vai, a tua fé te salvou”, ilustrando, dessa maneira, a necessidade da Fé (fidelidade, certeza absoluta). O cego, então, recupera a vista; Jesus segue pelo caminho.

     Mestre por excelência, ensinou até mesmo na morte aparente, quando despertou a menina de 12 anos (a filha de Jairo): “Talita cumi” (“Menina, ordeno que levante!”). E a criança, supostamente morta, imediatamente abre os olhos para a vida.

     Hoje ainda essa memorável passagem soa também para nós como uma exortação para abrirmos os olhos, avivando-nos para a verdadeira vida, acordando do sono profundo ─ mortos em vida ─ em que muitas vezes nos detemos. Exorta-nos, igualmente, a despertar para as realidades espirituais, com uma visão abrangente da imortalidade, para que possamos descortinar a vida futura.

     No drama da Paixão, exemplificando a humildade, defronta-se com Pilatos, que insiste em ouvir Dele se, de fato, considerava-Se rei. Segue-se, então, o inesquecível diálogo registrado pelo evangelista Marcos (15:1) . Na sequencia, Pilatos, mesmo sem ver Nele nenhum defeito ou crime, lava as mãos, e deixa que outros decidam o destino do ‘condenado’.

     Por incrível que pareça, agimos assim todos os dias, lavando nossas mãos, ou evitando tomar partido do que é correto. Temos vergonha de sermos bons, justos e caridosos. Vemos a vida como Pilatos, sem compreendermos a Verdade ─ que o Espiritismo vem revelar, convidando o homem velho a se renovar, buscando dentro de si o reino dos céus, que não é o mundo da matéria, mas o mundo íntimo de cada um, da essência, do espírito.

      Lembremos, pois, o Mestre Nazareno, que nos conclama há dois mil anos ao aprendizado das Leis Divinas. Façamos uma profunda reflexão sobre as Lições que Ele nos deixou, e o possível para aprendê-las, repeti-las e vivenciá-las no nosso dia-a-dia. Realizemos, como alunos da imortalidade, o Seu desejo: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.”

Que nossas luzes brilhem cada dia mais,
iluminando nossas consciências e nossos caminhos!

(*Designer Gráfico e orador espírita.) 

postado originalmente   em http://espiritualismoeespiritismo.blogspot.com/

"SUBSTITUIÇÃO” - UMA GRAVE ENFERMIDADE




Por Francisco de Assis Daher Pirola

    Era a Casa Espírita dos sonhos. Patrimônio invejável. Reuniões concorridas. Freqüência predominante das classes mais abastadas. A ‘elite’ estava toda ali.

      A equipe mediúnica, muito rigorosa, primava pelo ‘elevado nível de doutrinação’. Oradores e conferencistas, exigentes e minuciosos na erudição doutrinária, tornavam primorosas as conferências e palestras. No entanto, a sua melhor ‘atração’ era o ‘médium principal’, também o fundador, dirigente e administrador de todo o patrimônio. Enfim, a pessoa que decidia tudo por ali. Sem “ele”... nada feito.

     Autor de psicografias, livros, mensagens avulsas, cartas de mortos, receituários sem fim, “ele” também era o responsável pelos fenômenos mediúnicos que ali aconteciam.

    E a Casa crescia francamente, multiplicando seguidores e admiradores, firmando-se a cada dia como a ‘vitrine’ do Movimento na sua região. Requinte e auto-suficiência, por isso, eram regras gerais. E tudo parecia funcionar da melhor maneira possível.

    Mas, como se diz, ‘um dia a casa cai’. Da noite para o dia a Verdade, como um vendaval implacável, desabou sobre a propalada instituição, atingindo-a qual se fora mero castelo de cartas. É que o ‘médium principal’, aquele que ‘sustentava tudo’, tornara-se alvo de sérias controvérsias. Não ficou ‘pedra sobre pedra’. Houve choro e ranger de dentes.
*
    Conversava, dia desses, com um atento observador desses fatos, um aplicado estudioso da Doutrina, analisando o acontecido, para dele extrairmos a proveitosa, necessária, inevitável e indispensável lição.

     – Essa Casa foi acometida de uma grave enfermidade – diagnosticou o meu interlocutor.
     – Qual delas? – perguntei curioso.
     – A “substituição” – respondeu-me circunspecto.
     – Essa eu não conheço. Explique-se melhor – solicitei.
     – ‘Substituíram’ KARDEC pelo ‘médium principal’ – sentenciou.

     E nada mais foi dito nem lhe foi perguntado.

(Publicado originalmente em A Senda, Orgão informativo da FEEES -
Federação Espírita do Estado do Espírito Santo,edição Ano 86. nº 95, abril / 2008, pág. 5.)

postado originalmente no http://espiritualismoeespiritismo.blogspot.com/

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Lobos em peles de cordeiros













Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. (Mateus 7 v.15).


Jesus em suas palavras se referia diretamente aos doutores da lei e alcançava os judeus de forma geral e mais precisamente aos que se apresentavam com a máscara da bondade, da humildade, da retidão e do amor. Estes eram representados pela ovelha, um animal dócil e afável. Por outro lado, apresentava como a figura do lobo todos aqueles que agiam no orgulho, na soberba, nas sombras, tramando, desejando o mal, humilhando os seus semelhantes.
Estes verdadeiros lobos famintos de poder, de riqueza e de domínio sobre o outro, através da falsidade se impõem como criaturas perfeitas e desejosas de guiar as almas, ou melhor, seu rebanho de ovelhas para a salvação.


A bem da verdade, Jesus, um mestre por excelência, já conhecendo os espíritos ali reencarnados, sabendo da verdadeira natureza dos mesmos e de seus grandes males e ignorâncias - sendo o principal deles o orgulho do qual deriva a vaidade e o egoísmo - alerta o espírito viajor para a necessidade de mudanças. Contudo, essas mudanças não devem ser externas, aparentes, fingidas, mas sim de dentro para fora. Devem ser medidas, avaliadas, compreendidas, vivenciadas no dia a dia da religião e da sociedade.


Dois mil anos se passaram e a fala do pastor de almas anotada pelo evangelista nos parece atual, necessária e nos chama a fazer uma avaliação profunda e urgente.
É necessário sair do marasmo de nossas vidas, complicadas e cheias de dramas, removendo as mascaras criadas para a projeção na sociedade e mesmo para as relações familiares.


Ao longo de nossa esteira evolutiva criamos estas muitas máscaras, as quais volta e meia trocamos de acordo com as nossas necessidades.
Não podemos deixar de aproveitar o ensejo e citar aqui algumas delas: mascara de bonzinho, de amoroso, de humilde, prestativo, sem cultura, intelectual, honesto, fiel, dedicado, indulgente, doce, solidário. Estes são apenas alguns exemplos entre as tantas outras facetas que nós, os espíritos, apresentamos no campo da vida física, independente do sexo ou da sexualidade.


Essas "personas" invadem também as instituições religiosas de todas as denominações, e são muitas, umas bem recentes e outras tantas que se arrastam pelos séculos e séculos em práticas externas sem nenhuma reforma moral por grande parte de seus sacerdotes ou freqüentadores .


As instituições espíritas não estão isentas e essas máscaras estão presentes principalmente entre alguns de seus lideres que se julgam profetas de uma nova doutrina. Enraizados nos enganos do passado e no atavismo religioso adentram a Doutrina Espírita e querem de toda forma modificar os seus postulados. Em nome do espiritismo igrejeiro, pessoal, em benefício próprio, intentam fazerem das instituições e nas instituições o que bem entendem.


Tais indivíduos encontram-se desequilibrados, viciados, doentes da alma. São verdadeiras montanhas russas emocionais e estão moralmente arruinados, mas se mostram mascarados com as brumas do evangelho sem vivência real, sem a pratica, mostrando apenas a teoria.Trazem a fala vazia e parecem apenas rádios a transmitirem a mensagem do Cristo e da Doutrina Espírita, sem dela nada retendo para si mesmo.
Entretanto, ainda assim, confeccionam, com maestria e talento, diferentes máscaras, uma para cada situação, uma para cada pessoa.


Apenas para exemplificar, encontraremos em todas as religiões e nos centros espíritas: tiranos domésticos e aplicados trabalhadores da fé; infiéis nas relações e pregadores da moral e bons costumes; fofoqueiros e maledicentes e atenciosos e prestativos nas igrejas e casas espíritas; chefes enlouquecidos e vaidosos e humildes e servis nos palanques doutrinários, impacientes na vida e no reduto religioso calmos e mansos.


É claro que a máscara da calmaria e da mansidão nem sempre são mantidas em todos os momentos dentro das cúpulas do poder temporal, até mesmo na própria casa espírita, principalmente quando se trata de defenderem seus espaços de poder, de liderança, ou como preferem dizer, "seus cargos de diretoria". "Muitas vezes sem os encargos das tarefas, apenas com os "nomes" e as medalhas no peito, "eu sou"!


Nestas ocasiões as chagas da humanidade são bem representadas: orgulho total, vaidade sem medida e egoísmo desmesurado. Nestes momentos as peles de ovelhas caem e os lobos, famintos de poder e status, se lançam uns contra os outros.


Logo depois de entrar em combate, elavam o olhar aos céus e oram a Deus dizendo no final uma citação fatídica para o momento "Que assim seja".
Há tantos para mandar e poucos para servir, e todos que pensam e agem assim estão doentes e ainda não sabem e acabam por adoecer a instituição.


Não pode ser assim! "Que não seja assim"!


Nós, os lobos, precisamos buscar a melhora, modificar e compreender a oportunidade que nos é ofertada. Chegou à oportunidade de nos transformarmos domesticando o lobo que ruge em nós. As disputas por cargos, por diretorias, por quem sabe mais, quem faz mais, quem fundou a casa, quem lava, quem paga, tudo isso, cai no mesmo lugar.
Para os lobos espíritas o que interessa é quem manda e quem chegou primeiro, é a defesa do território, porque sem esse território "eu não sou ninguém, o centro é meu, ninguém tasca que eu vi primeiro".


Usamos a mascara da falsa humildade com sorrisos falsos, abraços sem calor e apertos de mão sem sentimentos. O que queremos é devorar, acabar com o outro, quando na verdade ele é como nós. Ele nos reflete, mas não queremos ver.


No julgamento que fazemos dos outros não enxergamos que só vemos neles o que somos, os lobos em pele de cordeiro. Como não temos coragem para enfrentar a nossa "fera" interna, desejamos destruir a outra, o outro, seus projetos, suas idéias, seus sonhos, sua vida.
Julgamo-nos católicos, protestantes e espíritas cristãos, mas não nos damos conta que ainda não conhecemos ao Cristo Jesus.


Somos doutores da lei e falsos profetas, e a afirmativa do Rabi da Galilea é mais atual que se pode pensar. Não é por acaso, que somos considerados os trabalhadores da última hora.
Aqueles que ficaram se espreguiçando na esteira do tempo, vendo a banda passar, esperando que a evolução chegue de fora, e de um minuto para o outro, "zaz", que fiquemos perfeitos, têm que compreender que infelizmente não é assim.


É necessário esforço e vontade, a evolução não vai dar saltos ou parar na esquina do tempo para nos esperar.


O seu momento é agora! O meu momento é agora!


Somos os últimos a aceitar a tarefa e viemos carregados de preconceitos, quase vergados sob o peso das latas de lixo que carregamos encarnação após encarnação.
Chega! É preciso vivenciar o espiritismo tão decantado e falado nas relações do dia a dia, em casa, principalmente "em casa".


Devemos usar de autenticidade, realidade e verdade nas relações do centro espírita, pois um centro espírita não é feito de paredes, de muitas salas, de grandes monumentos religiosos, mas é feito de pessoas, de convivência e de amor.
O nosso amor está em evolução e não somos perfeitos, mas, somos capazes de adquirir a perfeição, é só começar. Agora! Já!
Para tanto devemos usar de quatro ferramentas muito importantes:




  • O bom senso para poder compreender qual de nós esta mais doente no momento e saber diferenciar os estados evolutivos, onde poderemos encontrar homens velhos agindo como crianças birrentas.

  • O senso autocrítico para que possamos reconhecer nossas falhas e buscar pela melhora sem a autopiedade e o desculpismo reinante.




  • O senso critico para que possamos avaliar as ações e projetos e não quem os conduz, aprendendo a eleger o melhor para todos e não mais o "meu" o "seu", e hora do nosso, dos nossos e para todos.




  • E o senso de humor, pois sem ele, poderemos ser devorados pelos lobos da nova revelação que se encontram gentilmente prostrados nos cargos vitalícios ora considerados como "supra-sumos" doutrinários, onde ninguém é melhor para o "seu" lugar.




Parafraseando um texto que recebi pela internet, intitulado " A batalha dos lobos", onde um velho índio conversa com seu neto a respeito da grande batalha íntima que travamos entre o nosso lado bom e o lado mau, entre a sombra e a luz, o velho índio começa assim:

- A batalha é entre os dois lobos que vivem dentro de todos nós. Um é Mau: é a raiva, inveja, ciúme, tristeza, desgosto, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, orgulho falso, superioridade e ego.
O outro é Bom: é alegria, fraternidade, paz, esperança, serenidade, humildade, bondade, benevolência, empatia, generosidade, verdade, compaixão e fé.
 O neto pensou nessa luta e perguntou ao avô: - "Qual é o lobo que vence? "
 O velho índio respondeu: - "Aquele que você alimenta!"

Que possamos não mais servir de alimento energético e ração para a alcatéia de lobos religiosos e sem religiosidade, dos lobos espíritas, famintos de poder. Falso e volátil, pois, não sabendo de nada, já aprendemos que tudo passa, tudo de bom e de ruim e o que fica de verdade é o que realmente eu sou, nos somos, eu faço, nos fazemos.

Leonardo Pereira
Designer Gráfico, Orador Espírita e um dos Trabalhadores do Grupo Espírita Lamartine Palhano Jr em Vitória ES.




Imagem retirada da internet, do site google.



quinta-feira, 5 de agosto de 2010

FEB retifica comunicado de 02 de agosto - "espírita" ou "kardecista"?



   Em 02 de agosto, a Federação Espírita Brasileira (FEB) publicou uma Nota ("Recomendação aos Espíritas") esclarecendo dúvida surgida em relação ao questionário do IBGE para o Censo em andamento, que, segundo entendimeno inicial, não previa, no quesito 'religião', a denominação "espírita", e sim "kardecista".

       Hoje à tarde (04.08, às 16 horas), recebemos, via e-mail, um novo comunicado da Assessoria de Comunicação Social da FEB (http://www.febnet.org.br/ ), assinado pelo Diretor de Comunicação Social, João Pinto Rabelo, retificando a Nota de 02 de agosto, conforme destacamos a seguir:

"Recomendação aos Espíritas

Por orientação do presidente Nestor João Masotti, ausente do País em viagem a Nova York, em evento que homenageia Chico Xavier, na sede da ONU, RETIFICAMOS a informação transmitida no dia 2 de agosto, a respeito do Censo demográfico 2010, promovido pelo IBGE. Diante dos novos esclarecimentos, obtidos em consulta direta ao Órgão, pedimos considerar que, aos pesquisadores do IBGE, poderão ser respondidas as alternativas ligadas ao código 610, todas relacionadas a uma mesma opção: Espírita. A exemplo, poderão ser respondidas as opções Allan Kardec, Cardecismo, Cardecista, Kardecismo, Kardecista, Centro Espírita, Doutrina Espírita, Federação Espírita Brasileira e Espiritismo [...]." (grifamos).

       Vamos, portanto, divulgar essa informação, muito relevante para o Movimento Espírita em todo o país, já que temos, agora, a chance de sabermos, realmente, quanto somos.

"Fonte: < http://espiritualismoeespiritismo.blogspot.com > . Acesso em: 05/ago/2010."

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Grupo Lamartine Palhano Jr no evento Federativo do Dom e Dae





Posted by Picasa

Grupo Lamartine Palhano Jr no evento Federativo do Dom e Dae





Posted by Picasa

Grupo Lamartine Palhano Jr 2009





Posted by Picasa

Grupo Lamartine Palhano Jr e amigos no mosteiro zem budista





Posted by Picasa

Grupo Lamartine Palhano Jr e amigos em 2009





Posted by Picasa